domingo, 8 de março de 2015
James dormia tão tranquilamente. E saber que ele estava aqui me deixava feliz.
~Sophie:O que aconteceu? Onde está Zac, Alice e ... Luci -faço cara feia ao pronunciar o último nome-.
Minha mãe senta do meu lado.
~Mãe: Bom, Luci está em um quarto aqui perto, mas logo ganhará alta - que pena - Bom, Zac não resistiu aos ferimentos e morreu, e Alice está cuidando de seu velório, ela está muito mal.
~Sophie: Ela vai sobreviver, o que ela está sofrendo não é nem um pouco pior do que eu passei. E como fica James?
~Mãe: Ele já esclareceu tudo o que devia, só precisou pagar fiança pelo o que fez com Alice.
Suspiro aliviada.
~Sophie: Luke e Katherine, eles já sabem que James está vivo?
Minha mãe sorri gentilmente.
~Mãe: Não, disse para eles virem para Chicago que eu e você tínhamos uma surpresa para eles. Acredita que Katherine pensou que você estava grávida?
Minha mãe solta uma risada, realmente era engraçado.
James começa a se mexer, e abre os olhos, ele passa as mãos no rosto, tentando afastar o sono, ele estava com uma carinha de sono tão linda.
~Mãe: Bom -minha mãe da uma piscadela- Vou lá fora esperar Katherine e Luke chegar.
Ela sai do quarto, e James se levanta do sofá.
~James: Você está bem?
Assenti com a cabeça, o movimento fez minha cabeça doer.
~James: Você é uma estúpida Sophie, estava tentando se matar por minha causa?
Sabia que ele não iria se esquecer de me elogiar pelo meu momento suicida.
~Sophie: O que seria de mim sem você? Eu realmente tentei seguir em frente, mas não conseguia, sempre que voltava a sorrir, parecia que algo me impedia de ser feliz. Não foi tão fácil como foi para você ...
Ele parece confuso.
~James: O que você quer dizer com não foi tão fácil quanto pra mim?
Seguro as lágrimas para não caírem.
~Sophie: Luci ...
~James: Sophie a Luci...
Tampo sua boca com minha mão.
~Sophie: Deixe eu terminar de falar. Vi Luci ontem mais cedo, ela chorava do lado de fora da casinha, e me disse que eram problemas com o namorado, claro que ainda não sabia que se referia de você ... Que trouxa, ainda disse pra ela que se ela realmente gostava dele, não era para ela desistir! Se soubesse que era você já tinha dado um soco na sua cara! E em você também!
James estava sério.
~James: Luci te viu? E ela não falou nada para mim...
~Sophie: Não importa! O que quero saber é se você se apaixonou por ela, eu vou entender ...
Dessa vez ele que tampou minha boca.
~James: Porque você é tão idiota Sophie? Como pode passar na sua cabeça que eu seria capaz de me apaixonar por outra pessoa?
Tento ficar seria, mas a felicidade me dominava.
~Sophie: Então quer dizer que você não gosta dela?
Ele ainda está sério.
~James: Eu gosto sim de Luci, ela esteve comigo esse tempo todo que achei que você estava morta ,me ajudou muito, em me salvou, devo minha vida à ela, mas eu só amo você sua idiota.
Nossa, James sabia ser tão amável e ao mesmo tempo tão grosso!
~Sophie: Quanto romantismo de sua parte.
Finalmente o sorriso que eu mais amava ver nesse mundo surge em seu rosto. Ele encosta sua testa na minha.
~James: Como se fosse possível eu amar outra pessoa que não seja você, minha princesa.
Por um instante todo esse amor me distraiu, mas me lembro do que a gente conversava. Dou um tapa em seu rosto.
~James: AUTCH ! Sophie, porque fez isso? !
~Sophie: Cafajeste! Você ainda não explicou o porque de a Luci ter me dito que você era namorado dela! Conseguiu me distrair só por alguns instantes.
~James: E como eu vou saber? Ela é apenas minha amiga!
~Sophie: Ah sim, e vai me dizer que você ficou esses 4 meses sem sexo? !
James solta uma gargalhada muito gostosa.
~James: Eu não sei se já te falei, mas fiquei 3 meses e meio em coma, e que eu saiba não tem como uma pessoa fazer sexo estando em coma.
Senti meu rosto corar.
~Sophie: Você, não tinha me contado.
~James: Também quero saber porque Luci inventou isso e porque não me contou que havia te visto.
~Sophie:O que aconteceu? Onde está Zac, Alice e ... Luci -faço cara feia ao pronunciar o último nome-.
Minha mãe senta do meu lado.
~Mãe: Bom, Luci está em um quarto aqui perto, mas logo ganhará alta - que pena - Bom, Zac não resistiu aos ferimentos e morreu, e Alice está cuidando de seu velório, ela está muito mal.
~Sophie: Ela vai sobreviver, o que ela está sofrendo não é nem um pouco pior do que eu passei. E como fica James?
~Mãe: Ele já esclareceu tudo o que devia, só precisou pagar fiança pelo o que fez com Alice.
Suspiro aliviada.
~Sophie: Luke e Katherine, eles já sabem que James está vivo?
Minha mãe sorri gentilmente.
~Mãe: Não, disse para eles virem para Chicago que eu e você tínhamos uma surpresa para eles. Acredita que Katherine pensou que você estava grávida?
Minha mãe solta uma risada, realmente era engraçado.
James começa a se mexer, e abre os olhos, ele passa as mãos no rosto, tentando afastar o sono, ele estava com uma carinha de sono tão linda.
~Mãe: Bom -minha mãe da uma piscadela- Vou lá fora esperar Katherine e Luke chegar.
Ela sai do quarto, e James se levanta do sofá.
~James: Você está bem?
Assenti com a cabeça, o movimento fez minha cabeça doer.
~James: Você é uma estúpida Sophie, estava tentando se matar por minha causa?
Sabia que ele não iria se esquecer de me elogiar pelo meu momento suicida.
~Sophie: O que seria de mim sem você? Eu realmente tentei seguir em frente, mas não conseguia, sempre que voltava a sorrir, parecia que algo me impedia de ser feliz. Não foi tão fácil como foi para você ...
Ele parece confuso.
~James: O que você quer dizer com não foi tão fácil quanto pra mim?
Seguro as lágrimas para não caírem.
~Sophie: Luci ...
~James: Sophie a Luci...
Tampo sua boca com minha mão.
~Sophie: Deixe eu terminar de falar. Vi Luci ontem mais cedo, ela chorava do lado de fora da casinha, e me disse que eram problemas com o namorado, claro que ainda não sabia que se referia de você ... Que trouxa, ainda disse pra ela que se ela realmente gostava dele, não era para ela desistir! Se soubesse que era você já tinha dado um soco na sua cara! E em você também!
James estava sério.
~James: Luci te viu? E ela não falou nada para mim...
~Sophie: Não importa! O que quero saber é se você se apaixonou por ela, eu vou entender ...
Dessa vez ele que tampou minha boca.
~James: Porque você é tão idiota Sophie? Como pode passar na sua cabeça que eu seria capaz de me apaixonar por outra pessoa?
Tento ficar seria, mas a felicidade me dominava.
~Sophie: Então quer dizer que você não gosta dela?
Ele ainda está sério.
~James: Eu gosto sim de Luci, ela esteve comigo esse tempo todo que achei que você estava morta ,me ajudou muito, em me salvou, devo minha vida à ela, mas eu só amo você sua idiota.
Nossa, James sabia ser tão amável e ao mesmo tempo tão grosso!
~Sophie: Quanto romantismo de sua parte.
Finalmente o sorriso que eu mais amava ver nesse mundo surge em seu rosto. Ele encosta sua testa na minha.
~James: Como se fosse possível eu amar outra pessoa que não seja você, minha princesa.
Por um instante todo esse amor me distraiu, mas me lembro do que a gente conversava. Dou um tapa em seu rosto.
~James: AUTCH ! Sophie, porque fez isso? !
~Sophie: Cafajeste! Você ainda não explicou o porque de a Luci ter me dito que você era namorado dela! Conseguiu me distrair só por alguns instantes.
~James: E como eu vou saber? Ela é apenas minha amiga!
~Sophie: Ah sim, e vai me dizer que você ficou esses 4 meses sem sexo? !
James solta uma gargalhada muito gostosa.
~James: Eu não sei se já te falei, mas fiquei 3 meses e meio em coma, e que eu saiba não tem como uma pessoa fazer sexo estando em coma.
Senti meu rosto corar.
~Sophie: Você, não tinha me contado.
~James: Também quero saber porque Luci inventou isso e porque não me contou que havia te visto.
Levanto sua camisa, e ele segura minha mão.
~James: Sophie, se acalme, o sangue não é meu, eu estou bem.
Realmente não havia indícios de bala em sua barriga. Vejo que a arma está em sua mão, quando olho para o lado, vejo Zac agonizando no chão, vou até ele.
~Zac: Eu .... te ..
E ele fecha os olhos.
James está ajoelhado ao lado do corpo de Luci, ele parecia gostar muito dela, o que me deixou com muito ciumes.
~Luci: Eu vou ficar bem, a-acredite.
O tiro atingiu seu ombro, ela sobreviveria, que pena. Eu sei que é errado pensar assim, mas não conseguia ver essa cena, James cuidando de seus ferimentos.
Eu não estava bem, começo a ver tudo borrado.
JAMES :
Luci ficaria bem.
~Sophie: James ...
Quando olho para trás, só dá tempo de eu impedir que Sophie bata com a cabeça no chão, ela desmaiou.
~James: Sophie!
Ela estava muito pálida e gélida, e agora suava frio.
Meu amor,minha vida em meus braços novamente, tinha medo de acordar e perceber que tudo não passou de um sonho, de que ela não estava realmente em meus braços. Mas ela era tão real, não podia ser um sonho.
Ouço passos se aproximando, eram Natalie e Stefan.
Continuo com Sophie em meus braços, ninguém mais a tiraria de mim.
Eles parecem surpresos.
~Natalie: James, você está vivo!
Ela vem até mim e me abraça. Stefan pega o celular e liga para a polícia e para os bombeiros.
Luci se aproxima.
~Luci: James, precisamos ir, se os homens de Zac souberem que você está vivo e que foi você que o matou, vão querer te matar.
Não podia, não queria sair do lado de Sophie, a aperto mais em meus braços.
~Natalie: James, ela tem razão, vá, nós explicamos o que aconteceu aqui, e você apenas sai daqui ,depois dá seu depoimento à polícia.
Beijo a testa de Sophie, e a entrego para Natalie, Luci segura minha mão e nós saímos correndo de lá.
SOPHIE :
Quando acordo estou no hospital, minha mãe afagando minha mão. Procuro por ele, podia ser egoísmo da minha parte, mas eu o queria, ele pertencia a mim, assim como eu pertencia a ele.
~Mãe: Princesa? Você está bem?
Na verdade estava com uma dor de cabeça horrível, e com um aperto no peito, tinha medo de que tudo o que aconteceu não passou de um sonho.
~Sophie: Cadê? Cadê ele? Onde está James?
Ela olha por cima do ombro, James dormia no sofá de visitas.
~Mãe: Ele não sai daqui desde que você chegou.
(FIM DO CAPÍTULO 4)
~James: Sophie, se acalme, o sangue não é meu, eu estou bem.
Realmente não havia indícios de bala em sua barriga. Vejo que a arma está em sua mão, quando olho para o lado, vejo Zac agonizando no chão, vou até ele.
~Zac: Eu .... te ..
E ele fecha os olhos.
James está ajoelhado ao lado do corpo de Luci, ele parecia gostar muito dela, o que me deixou com muito ciumes.
~Luci: Eu vou ficar bem, a-acredite.
O tiro atingiu seu ombro, ela sobreviveria, que pena. Eu sei que é errado pensar assim, mas não conseguia ver essa cena, James cuidando de seus ferimentos.
Eu não estava bem, começo a ver tudo borrado.
JAMES :
Luci ficaria bem.
~Sophie: James ...
Quando olho para trás, só dá tempo de eu impedir que Sophie bata com a cabeça no chão, ela desmaiou.
~James: Sophie!
Ela estava muito pálida e gélida, e agora suava frio.
Meu amor,minha vida em meus braços novamente, tinha medo de acordar e perceber que tudo não passou de um sonho, de que ela não estava realmente em meus braços. Mas ela era tão real, não podia ser um sonho.
Ouço passos se aproximando, eram Natalie e Stefan.
Continuo com Sophie em meus braços, ninguém mais a tiraria de mim.
Eles parecem surpresos.
~Natalie: James, você está vivo!
Ela vem até mim e me abraça. Stefan pega o celular e liga para a polícia e para os bombeiros.
Luci se aproxima.
~Luci: James, precisamos ir, se os homens de Zac souberem que você está vivo e que foi você que o matou, vão querer te matar.
Não podia, não queria sair do lado de Sophie, a aperto mais em meus braços.
~Natalie: James, ela tem razão, vá, nós explicamos o que aconteceu aqui, e você apenas sai daqui ,depois dá seu depoimento à polícia.
Beijo a testa de Sophie, e a entrego para Natalie, Luci segura minha mão e nós saímos correndo de lá.
SOPHIE :
Quando acordo estou no hospital, minha mãe afagando minha mão. Procuro por ele, podia ser egoísmo da minha parte, mas eu o queria, ele pertencia a mim, assim como eu pertencia a ele.
~Mãe: Princesa? Você está bem?
Na verdade estava com uma dor de cabeça horrível, e com um aperto no peito, tinha medo de que tudo o que aconteceu não passou de um sonho.
~Sophie: Cadê? Cadê ele? Onde está James?
Ela olha por cima do ombro, James dormia no sofá de visitas.
~Mãe: Ele não sai daqui desde que você chegou.
(FIM DO CAPÍTULO 4)
Ele não solta a arma, então seguro seu rosto com as duas mãos, ele ainda olha Alice.
~Sophie: James, olhe para mim, sou eu. Não faça isso.
Ele finalmente olha em meus olhos, e solta a arma, dou um suspiro de alívio. Tento me soltar dele, mas ele segura meu rosto e encosta sua testa na minha.
~James: Sophie ... Você está viva.
Ele começa acariciar meu rosto. Queria me afastar,seria mais difícil me separar dele se me beijasse.
~Sophie: Zac não me matou, apenas me trouxe pra casa.
Parecia que o buraco que havia aberto em meu peito estava começando a saturar, James passa seu dedo em meus lábios, os seus a centímetros dos meus, não consigo evitar e trago seus lábios nos meus. Era tão bom beijá-lo novamente, parecia que seu beijo era o remédio para minhas dores, aos poucos elas foram passando.
Ele deixa meus lábios e me beija os dois lados da bochecha, o nariz, a testa e me abraça forte.
Tínhamos até esquecido que havia mais pessoas presentes.
~James: Porque está tão pálida e gélida?
Eu o abraço mais forte que consigo.
~Sophie: Acho que estava morrendo aos poucos sem você comigo,não sabe como sofri achando que você tinha morrido aquela noite.
Vejo Zac desamarrar Alice, ele pega a arma que James havia soltado no chão. Ele atira em nossa direção.
~Luci : Não!
Luci se joga na frente de James, e o tiro a atinge.
~James: Luci! Sophie, cuide dela.
James se joga em cima de Zac, os dois começam a brigar, vejo Alice pegar a arma que novamente cai no chão, corro em sua direção e lhe dou um chute na mão em que segurava a arma.
Ela me dá um soco no queixo. AUTH !! Essa doeu.
Ela se arrependeria de ter feito isso, dou um chute na boca do estômago dela, ela começa a arfar, aproveito que ela está meia agachada e dou uma joelhada em sua cabeça, e ela cai desmaiada. Respiro fundo, quando me viro vejo James e Zac brigarem pelo domínio da arma, até que a arma dispara.
~Sophie:NÃO! !!!!!
James cai pro lado, sua blusa já ensopada de sangue.
Corro em sua direção.
~Sophie: JAMES, NÃO!
~Sophie: James, olhe para mim, sou eu. Não faça isso.
Ele finalmente olha em meus olhos, e solta a arma, dou um suspiro de alívio. Tento me soltar dele, mas ele segura meu rosto e encosta sua testa na minha.
~James: Sophie ... Você está viva.
Ele começa acariciar meu rosto. Queria me afastar,seria mais difícil me separar dele se me beijasse.
~Sophie: Zac não me matou, apenas me trouxe pra casa.
Parecia que o buraco que havia aberto em meu peito estava começando a saturar, James passa seu dedo em meus lábios, os seus a centímetros dos meus, não consigo evitar e trago seus lábios nos meus. Era tão bom beijá-lo novamente, parecia que seu beijo era o remédio para minhas dores, aos poucos elas foram passando.
Ele deixa meus lábios e me beija os dois lados da bochecha, o nariz, a testa e me abraça forte.
Tínhamos até esquecido que havia mais pessoas presentes.
~James: Porque está tão pálida e gélida?
Eu o abraço mais forte que consigo.
~Sophie: Acho que estava morrendo aos poucos sem você comigo,não sabe como sofri achando que você tinha morrido aquela noite.
Vejo Zac desamarrar Alice, ele pega a arma que James havia soltado no chão. Ele atira em nossa direção.
~Luci : Não!
Luci se joga na frente de James, e o tiro a atinge.
~James: Luci! Sophie, cuide dela.
James se joga em cima de Zac, os dois começam a brigar, vejo Alice pegar a arma que novamente cai no chão, corro em sua direção e lhe dou um chute na mão em que segurava a arma.
Ela me dá um soco no queixo. AUTH !! Essa doeu.
Ela se arrependeria de ter feito isso, dou um chute na boca do estômago dela, ela começa a arfar, aproveito que ela está meia agachada e dou uma joelhada em sua cabeça, e ela cai desmaiada. Respiro fundo, quando me viro vejo James e Zac brigarem pelo domínio da arma, até que a arma dispara.
~Sophie:NÃO! !!!!!
James cai pro lado, sua blusa já ensopada de sangue.
Corro em sua direção.
~Sophie: JAMES, NÃO!
ZAC :
Eu tinha que contar para Sophie que James está vivo, pelo seu bem, e pela vida de minha irmã, apenas Sophie poderia o impedir.
SOPHIE :
Quando chego em casa, meu pai já me esperava.
~Pai: Sophie, fico tão feliz que você veio.
Eu tento falar algo, mas não consigo, não consigo nem falar com ele, subo até onde era meu quarto.
Eu não conseguia perdoá-lo, é por culpa dele James estar morto.
Quando finalmente anoitece tento dormir, mas não consigo, tudo aqui me fazia lembrar de James. Ouço um barulho em minha janela, o mesmo quando James jogava pedras nela, corro para a janela.
Era Zac.
~Sophie: O que você está fazendo aqui?!
~Zac: Preciso de sua ajuda.
Fico boquiaberta.
~Sophie: Como você tem coragem de me pedir ajuda depois de tudo que você fez? !
~Zac: Porque tem a ver com James.
Meu coração acelera, o que ele quis dizer sobre ter a ver com James?
Desço até o primeiro andar e antes de sair de casa me garanto e levo uma faca escondida.
~Sophie: O que você quer? Ajuda para encontrar o corpo dele para podermos sepultá-lo?
~Zac: Não será preciso, James está vivo.
Solto a faca e sento no chão, ele só podia estar brincando comigo, não era possível James estar vivo.
Zac estava com os olhos úmidos, sinal de que estava chorando, ele tira um pacote de seu bolso, de início não consigo decifrar o que é, mas depois quase vomito vendo que era a ponta de um dedo.
~Zac: Ele está vivo, e pegou minha irmã, isso pertence a ela .
Não estava entendendo nada.
~Sophie: E se ele realmente está vivo, porque está torturando sua irmã?
Não consegui evitar a esperança que crescia dentro de mim.
~Zac: Por vingança, ele acha que você está morta, e nada melhor do que me fazer pagar com a mesma dor que ele sente.
James achava que eu estava morta? ! Não! Tinha que impedir que ele cometesse essa loucura!
~Sophie: Se eu acreditar em você, e te ajudar, posso contar com a sua palavra que deixará James em paz?
Ele se aproxima e afaga meu rosto.
~Zac: Prometo, eu o deixarei em paz por você.
Tiro sua mão.
~Sophie: E onde ele está?
Zac se afasta um pouco de mim.
~Zac: Ele está na casinha perto da cachoeira.
Mas era a casinha na qual vi Luci chorando...
Zac puxa meu braço e me carrega até seu carro. Estava tentando entender,como pode James estar lá se aquela guria havia dito que seu namorado...
A não ser que ela se referia dele, não o culparia por tentar seguir sua vida, afinal ele pensava que eu estava morta, e ele era muito mais forte que eu para continuar.
Chegamos na frente da casinha, as luzes estavam acesas. Ouço um grito ensurdecedor vindo lá de dentro, corremos até a porta.
Zac me afasta e começa a chutar a porta, até que ela cai.
E lá estava ele, lindo, perfeito e ... vivo! Seus olhos estavam escuros e ele olhava cegamente para Alice que estava em sua frente, e ele apontado uma arma em sua cabeça. Ele puxa o gatilho.
~Sophie: JAMES ! -corro em sua direção, eu o Abraço. - James não, eu estou aqui, não precisa fazer isso!
SOPHIE :
Me sento na beirada da cachoeira, seria uma morte lenta se eu tentasse me afogar.
Ouço ruídos nos arbustos, e fico o máximo que consigo em silêncio.
JAMES :
Há alguém aqui, preciso sair rápido daqui, vou me esgueirando para trás até chegar na trilha de volta a casinha.
Quando chego lá, Luci conversava com Alice, que parecia mais calma.
~James: Falei para ficar de olho em nela, não para vocês virarem amiguinhas.
Luci se afasta de Alice.
Alice sorria para mim.
~Alice: Você sabe que assim que meu irmão pôr as mãos em você, dessa vez ele vai garantir de que você esteja morto.
Pego a faca em meu bolso, dessa vez, eu enfio a faca em sua perna, outro grito, cada grito de dor em nela era como um pequeno sedativo pro meu coração.
~James: Ele pode até me matar, mas eu te garanto que você também não permanecerá viva.
Luci estava vindo com uma faixa, dou um tapa em sua mão e a faixa cai no chão.
~James: AQUI NÃO É UM CONSULTÓRIO, ENTÃO PARE DE AJUDAR ELA! QUERO QUE ELA SANGRE!
Luci me olha incrédula, e começa a chorar. Pego sua mão que bati e a beijo.
~James: Sinto muito, mas não quero que se meta no que eu faço.
Ela corre para fora da casinha.
SOPHIE :
Queria mais lembranças de James, decido ir até a casinha na qual ele me levou no dia em que caí no buraco.
Quando estava quase chegando avisto uma menina sair chorando lá de dentro, ela senta perto de algumas árvores caídas, vou até ela.
(SOPHIE SUA BURRA, VAI NA CASINHA SUA BESTA KK)
~Sophie: Oi ?
LUCI :
Quando olho para cima entro em choque, não podia ser, essa menina era a mesma que James uma vez me mostrou em uma foto. Ela não estava morta, e isso era péssimo para mim. Se acalme Luci, ela não sabe quem é você.
~Luci: Oi.
Ela senta ao meu lado, James não podia saber que ela estava viva.
~Sophie: Porque você está aqui chorando?
Seco as lágrimas.
~Luci : Problemas com o namorado, sabe como é.
Sophie fica pálida.
~Sophie: Sei sim, eu e o meu, antes de nos declararmos vivíamos brigando.
~Luci: Porque você está falando no passado, vocês... terminaram?
Precisava garantir se ela sabia ou não que James estava vivo.
~Sophie: Não -uma lágrima surge em seu rosto- Ele morreu, me tiraram o que eu tinha de mais importante.
Ela não sabia!
SOPHIE :
A menina fica quieta por alguns segundos.
~Menina: Eu sinto muito, afinal, meu nome é Luci.
~Sophie: Me chamo Sophie. Então, eu já tenho que ir, vou te dar um conselho, se você o ama não desista dele, não há nada pior que perder pra sempre alguém que amamos muito.
~Luci: Pode deixar Sophie, eu não vou desistir dele.
Me levanto e vou na direção da casinha, Luci corre até mim e segura meu braço.
~Luci: Onde você vai? Meu namorado está aí dentro.
Sinto meu rosto esquentar.
~Sophie: Sinto muito ...
Saio sem olhar para trás.
ZAC :
Já procurei Alice por toda parte, e nem sinal dela, decido a procurar por outras fazendas.
No caminho me deparo com Sophie, que estava mais linda do que nunca, apenas um pouco pálida.
~Sophie : V-você ! Como tem coragem de dar as caras por aqui? !
Ela ficava tão linda quando estava brava.
~Zac: É bom revê-la também Sophie.
Ela deu a impressão que gritaria, mas parece que mudou de idéia.
~Sophie: Não adianta eu perder meu tempo gritando por ajuda, a maioria das pessoas que moram aqui são seus fantoches.
~Zac: Você está coberta de razão. Por acaso você não viu minha irmã.
Ela balança a cabeça e continua a andar.
Volto para casa, agora que percebo um pedaço de papel sendo segurado com o imã de geladeira.
"Você se arrependerá por tê-la tirado de mim, irei te machucar onde mais te dói, do mesmo jeito que fez comigo. E sim, vou ser sua pior assombração. James". Havia sangue na folha.
NÃO PODIA SER! JAMES ESTAVA MORTO! PELO VISTO QUANDO QUEREMOS ACABAR COM ALGUÉM NÓS MESMO TEMOS QUE FAZER! Agora aquele babaca estava com minha irmã, com sede de vingança, achando que Sophie realmente estava morta, o que eu faria? Estava desesperado.
Me sento na beirada da cachoeira, seria uma morte lenta se eu tentasse me afogar.
Ouço ruídos nos arbustos, e fico o máximo que consigo em silêncio.
JAMES :
Há alguém aqui, preciso sair rápido daqui, vou me esgueirando para trás até chegar na trilha de volta a casinha.
Quando chego lá, Luci conversava com Alice, que parecia mais calma.
~James: Falei para ficar de olho em nela, não para vocês virarem amiguinhas.
Luci se afasta de Alice.
Alice sorria para mim.
~Alice: Você sabe que assim que meu irmão pôr as mãos em você, dessa vez ele vai garantir de que você esteja morto.
Pego a faca em meu bolso, dessa vez, eu enfio a faca em sua perna, outro grito, cada grito de dor em nela era como um pequeno sedativo pro meu coração.
~James: Ele pode até me matar, mas eu te garanto que você também não permanecerá viva.
Luci estava vindo com uma faixa, dou um tapa em sua mão e a faixa cai no chão.
~James: AQUI NÃO É UM CONSULTÓRIO, ENTÃO PARE DE AJUDAR ELA! QUERO QUE ELA SANGRE!
Luci me olha incrédula, e começa a chorar. Pego sua mão que bati e a beijo.
~James: Sinto muito, mas não quero que se meta no que eu faço.
Ela corre para fora da casinha.
SOPHIE :
Queria mais lembranças de James, decido ir até a casinha na qual ele me levou no dia em que caí no buraco.
Quando estava quase chegando avisto uma menina sair chorando lá de dentro, ela senta perto de algumas árvores caídas, vou até ela.
(SOPHIE SUA BURRA, VAI NA CASINHA SUA BESTA KK)
~Sophie: Oi ?
LUCI :
Quando olho para cima entro em choque, não podia ser, essa menina era a mesma que James uma vez me mostrou em uma foto. Ela não estava morta, e isso era péssimo para mim. Se acalme Luci, ela não sabe quem é você.
~Luci: Oi.
Ela senta ao meu lado, James não podia saber que ela estava viva.
~Sophie: Porque você está aqui chorando?
Seco as lágrimas.
~Luci : Problemas com o namorado, sabe como é.
Sophie fica pálida.
~Sophie: Sei sim, eu e o meu, antes de nos declararmos vivíamos brigando.
~Luci: Porque você está falando no passado, vocês... terminaram?
Precisava garantir se ela sabia ou não que James estava vivo.
~Sophie: Não -uma lágrima surge em seu rosto- Ele morreu, me tiraram o que eu tinha de mais importante.
Ela não sabia!
SOPHIE :
A menina fica quieta por alguns segundos.
~Menina: Eu sinto muito, afinal, meu nome é Luci.
~Sophie: Me chamo Sophie. Então, eu já tenho que ir, vou te dar um conselho, se você o ama não desista dele, não há nada pior que perder pra sempre alguém que amamos muito.
~Luci: Pode deixar Sophie, eu não vou desistir dele.
Me levanto e vou na direção da casinha, Luci corre até mim e segura meu braço.
~Luci: Onde você vai? Meu namorado está aí dentro.
Sinto meu rosto esquentar.
~Sophie: Sinto muito ...
Saio sem olhar para trás.
ZAC :
Já procurei Alice por toda parte, e nem sinal dela, decido a procurar por outras fazendas.
No caminho me deparo com Sophie, que estava mais linda do que nunca, apenas um pouco pálida.
~Sophie : V-você ! Como tem coragem de dar as caras por aqui? !
Ela ficava tão linda quando estava brava.
~Zac: É bom revê-la também Sophie.
Ela deu a impressão que gritaria, mas parece que mudou de idéia.
~Sophie: Não adianta eu perder meu tempo gritando por ajuda, a maioria das pessoas que moram aqui são seus fantoches.
~Zac: Você está coberta de razão. Por acaso você não viu minha irmã.
Ela balança a cabeça e continua a andar.
Volto para casa, agora que percebo um pedaço de papel sendo segurado com o imã de geladeira.
"Você se arrependerá por tê-la tirado de mim, irei te machucar onde mais te dói, do mesmo jeito que fez comigo. E sim, vou ser sua pior assombração. James". Havia sangue na folha.
NÃO PODIA SER! JAMES ESTAVA MORTO! PELO VISTO QUANDO QUEREMOS ACABAR COM ALGUÉM NÓS MESMO TEMOS QUE FAZER! Agora aquele babaca estava com minha irmã, com sede de vingança, achando que Sophie realmente estava morta, o que eu faria? Estava desesperado.
JAMES :
Os dias se passaram, e nada me fazia tirar nem por um segundo Sophie da cabeça, nem mesmo as indiretas de Luci, que a algum tempo percebi que ela gostava de mim.
~Luci: Então, quando você pensa em partir?
Ela senta no braço do sofá onde eu estava sentado.
~James: Breve, tenho que começar a pôr em prática minha vingança.
Luci bufa.
~Luci:Não há nada que eu possa fazer para te impedir?
Me levanto, não queria que Luci criasse expectativas, eu nunca pertenceria a mais ninguém além de Sophie.
~James: Não, não há nada que você possa fazer.
Quando estava saindo, Luce segura meu braço.
~Luce: Então eu vou com você.
Seguro sua mão e me abaixo em sua frente.
~James: Luce, se suas intenções for querer ser mais que uma amiga, peço que desista, pelo seu bem. Eu nunca vou ser capaz de amar alguém de novo, meu coração ainda pertence a Sophie, mesmo ela não estando mais aqui.
~Luce : Eu sei que não posso ficar no lugar dela, mas posso conquistar meu próprio espaço.
Ela me abraça.
~Luce: Vou mostrar a você que é possível se apaixonar novamente, e eu vou com você.
~James: Faça o que achar melhor.
Me levanto e saio.
Finalmente eu e Luce viajamos para Chicago, mesmo eu não querendo que ela viesse, ela bateu o pé e veio assim mesmo.
Ninguém podia saber que eu estava vivo, não por enquanto, então não poderia nem ver meu irmão e minha mãe.
Ficamos na casinha onde levei Sophie no dia que ela havia caído no buraco, estar ali de novo me trouxe tantas lembranças dela, me seguro para não começar a chorar.
NATALIE :
Pela terceira noite seguida que Sophie tem seus pesadelos, e a cada grito sinto que ela sofre cada dia mais, sua febre não passa, ela está cada vez mais pálida, mas está se esforçando para se manter bem. Ela sai com seus amigos, comigo, sempre com a mente ocupada, a hora mais difícil para ela é a noite., quando ela não consegue se livrar de seus pesadelos.
SOPHIE :
Acordo suada, fria e com muita dor de cabeça, dessa vez não foi um pesadelo, e sim um sonho, e dessa vez gritei pelo sonho não ser real. Havia sonhado que James estava vivo, que de alguma maneira ele não morreu naquela noite, mas apenas era um sonho.
Estava me sentindo tão fraca, precisei da ajuda de minha mãe para descer as escadas.
~Mãe: Seu pai ligou, de novo. So, eu sou a última pessoa que queira ajudar seu pai, mas não acha que chegou a hora de pelo menos vocês dois terem uma conversa?
Não conseguia perdoar meu pai, mesmo sabendo que tudo que ele tentou fazer foi pelo meu bem, mas minha mãe estava certa, já estava na hora de conversarmos.
~Sophie: Você tem razão, esta mesmo na hora de nós dois conversar, você me levaria até Chicago?
~Mãe: É claro que sim querida, vá arrumar suas coisas, vou comprar nossas passagens.
Ela me ajuda a subir até meu quarto.
Arrumo minhas coisas, estava um pouco nervosa por estar voltando a Chicago, onde tudo começou.
★
Quando chegamos ao aeroporto de Chicago, paro bruscamente e começo a chorar, vejo o lugar onde James segurava a plaquinha com meu nome, o jeito como ele me irritava e que ao mesmo tempo eu amava tanto. Olho para fila onde passamos no detector de metais, e outra lembrança, quando estava voltando para Los Angeles e ele apareceu para se despedir de mim. Minha mãe segura meus ombros, ela também estava chorando.
~Mãe: É difícil voltar aqui, não?
~Sophie: Você nem imagina o quanto.
LUCE :
James já havia saído à um bom tempo, e ainda não voltou, estava começando a ficar preocupada.
Escuto um grito do lado de fora, vou correndo ver do que se trata.
Era James, e uma menina amordaçada, devia ser Alice, ela chorava muito, devia estar desesperada.
~Luce: Você não desistiu da sua vingança.
Ele não responde, amarra ela em uma cadeira com força.
~James: Eu vou te perguntar novamente, onde está seu irmão?
Ela chorava.
~Alice:J-ja disse que não sei, ele fugiu depois dos acontecimentos. E não o vejo desde então.
James pega uma lâmina e passa por seu joelho, ela solta um grito ensurdecedor.
~James: Esse grito, seu irmão adorou ouvir um grito parecido saindo de Sophie.
Pego um pano e amarro em sua perna.
~Luce: Você ficou louco? ! Assim vai matá-la!
O olhar de James era vazio.
~James: E que parte de que vou me vingar você ainda não entendeu? EU NÃO TENHO MAIS NADA A PERDER! ZAC JÁ ME TIROU O QUE ME ERA DE MAIS PRECIOSO!
Seguro seu rosto, espero ele olhar em meus olhos.
~Luce: E o que será de mim se algo acontecer com você.
Ele tira minhas mãos de seu rosto.
~James: Eu não pedi para que você viesse, e deixei claro que nunca te amarei, esta aqui porque quer.
Sinto um balde de água fria cair sobre mim, porque ele estava sendo tão frio comigo?
~James: Fique de olho em nela, vou a um lugar e já volto.
JAMES :
Eu precisava sentir a presença de Sophie, e a única maneira de fazer isso, era voltando até a cachoeira, onde nos declaramos um para o outro.
As flores do lugar estavam mortas, o mato seco, como se tudo tivesse perdido a vida junto com Sophie.
Lembranças jorravam em minha cabeça, sentei em uma pedra, perto de vários arbustos, não podia correr o risco de alguém me ver.
SOPHIE :
Meu pai não estava em casa, então decido ir até a cachoeira onde James havia se declarado.
Estava tudo tão diferente, não havia mais vida ali, apenas o barulho alto das águas caindo.
SOPHIE E JAMES :
A presença dele (dela) era tão presente aqui, como se realmente estivéssemos perto um do outro. Podia senti-lo (senti-la), doía tanto, mas a dor era a única certeza de que ele (ela) foi real.
Os dias se passaram, e nada me fazia tirar nem por um segundo Sophie da cabeça, nem mesmo as indiretas de Luci, que a algum tempo percebi que ela gostava de mim.
~Luci: Então, quando você pensa em partir?
Ela senta no braço do sofá onde eu estava sentado.
~James: Breve, tenho que começar a pôr em prática minha vingança.
Luci bufa.
~Luci:Não há nada que eu possa fazer para te impedir?
Me levanto, não queria que Luci criasse expectativas, eu nunca pertenceria a mais ninguém além de Sophie.
~James: Não, não há nada que você possa fazer.
Quando estava saindo, Luce segura meu braço.
~Luce: Então eu vou com você.
Seguro sua mão e me abaixo em sua frente.
~James: Luce, se suas intenções for querer ser mais que uma amiga, peço que desista, pelo seu bem. Eu nunca vou ser capaz de amar alguém de novo, meu coração ainda pertence a Sophie, mesmo ela não estando mais aqui.
~Luce : Eu sei que não posso ficar no lugar dela, mas posso conquistar meu próprio espaço.
Ela me abraça.
~Luce: Vou mostrar a você que é possível se apaixonar novamente, e eu vou com você.
~James: Faça o que achar melhor.
Me levanto e saio.
Finalmente eu e Luce viajamos para Chicago, mesmo eu não querendo que ela viesse, ela bateu o pé e veio assim mesmo.
Ninguém podia saber que eu estava vivo, não por enquanto, então não poderia nem ver meu irmão e minha mãe.
Ficamos na casinha onde levei Sophie no dia que ela havia caído no buraco, estar ali de novo me trouxe tantas lembranças dela, me seguro para não começar a chorar.
NATALIE :
Pela terceira noite seguida que Sophie tem seus pesadelos, e a cada grito sinto que ela sofre cada dia mais, sua febre não passa, ela está cada vez mais pálida, mas está se esforçando para se manter bem. Ela sai com seus amigos, comigo, sempre com a mente ocupada, a hora mais difícil para ela é a noite., quando ela não consegue se livrar de seus pesadelos.
SOPHIE :
Acordo suada, fria e com muita dor de cabeça, dessa vez não foi um pesadelo, e sim um sonho, e dessa vez gritei pelo sonho não ser real. Havia sonhado que James estava vivo, que de alguma maneira ele não morreu naquela noite, mas apenas era um sonho.
Estava me sentindo tão fraca, precisei da ajuda de minha mãe para descer as escadas.
~Mãe: Seu pai ligou, de novo. So, eu sou a última pessoa que queira ajudar seu pai, mas não acha que chegou a hora de pelo menos vocês dois terem uma conversa?
Não conseguia perdoar meu pai, mesmo sabendo que tudo que ele tentou fazer foi pelo meu bem, mas minha mãe estava certa, já estava na hora de conversarmos.
~Sophie: Você tem razão, esta mesmo na hora de nós dois conversar, você me levaria até Chicago?
~Mãe: É claro que sim querida, vá arrumar suas coisas, vou comprar nossas passagens.
Ela me ajuda a subir até meu quarto.
Arrumo minhas coisas, estava um pouco nervosa por estar voltando a Chicago, onde tudo começou.
★
Quando chegamos ao aeroporto de Chicago, paro bruscamente e começo a chorar, vejo o lugar onde James segurava a plaquinha com meu nome, o jeito como ele me irritava e que ao mesmo tempo eu amava tanto. Olho para fila onde passamos no detector de metais, e outra lembrança, quando estava voltando para Los Angeles e ele apareceu para se despedir de mim. Minha mãe segura meus ombros, ela também estava chorando.
~Mãe: É difícil voltar aqui, não?
~Sophie: Você nem imagina o quanto.
LUCE :
James já havia saído à um bom tempo, e ainda não voltou, estava começando a ficar preocupada.
Escuto um grito do lado de fora, vou correndo ver do que se trata.
Era James, e uma menina amordaçada, devia ser Alice, ela chorava muito, devia estar desesperada.
~Luce: Você não desistiu da sua vingança.
Ele não responde, amarra ela em uma cadeira com força.
~James: Eu vou te perguntar novamente, onde está seu irmão?
Ela chorava.
~Alice:J-ja disse que não sei, ele fugiu depois dos acontecimentos. E não o vejo desde então.
James pega uma lâmina e passa por seu joelho, ela solta um grito ensurdecedor.
~James: Esse grito, seu irmão adorou ouvir um grito parecido saindo de Sophie.
Pego um pano e amarro em sua perna.
~Luce: Você ficou louco? ! Assim vai matá-la!
O olhar de James era vazio.
~James: E que parte de que vou me vingar você ainda não entendeu? EU NÃO TENHO MAIS NADA A PERDER! ZAC JÁ ME TIROU O QUE ME ERA DE MAIS PRECIOSO!
Seguro seu rosto, espero ele olhar em meus olhos.
~Luce: E o que será de mim se algo acontecer com você.
Ele tira minhas mãos de seu rosto.
~James: Eu não pedi para que você viesse, e deixei claro que nunca te amarei, esta aqui porque quer.
Sinto um balde de água fria cair sobre mim, porque ele estava sendo tão frio comigo?
~James: Fique de olho em nela, vou a um lugar e já volto.
JAMES :
Eu precisava sentir a presença de Sophie, e a única maneira de fazer isso, era voltando até a cachoeira, onde nos declaramos um para o outro.
As flores do lugar estavam mortas, o mato seco, como se tudo tivesse perdido a vida junto com Sophie.
Lembranças jorravam em minha cabeça, sentei em uma pedra, perto de vários arbustos, não podia correr o risco de alguém me ver.
SOPHIE :
Meu pai não estava em casa, então decido ir até a cachoeira onde James havia se declarado.
Estava tudo tão diferente, não havia mais vida ali, apenas o barulho alto das águas caindo.
SOPHIE E JAMES :
A presença dele (dela) era tão presente aqui, como se realmente estivéssemos perto um do outro. Podia senti-lo (senti-la), doía tanto, mas a dor era a única certeza de que ele (ela) foi real.
LUCI :
Faziam quase 4 meses que havia encontrado um rapaz jogado no meio do mato, quase morto, com dois tiros.
Desde então eu venho cuidando dele no meu consultório, porém ele ainda estava em coma. Sean me ajudava a cuidar dele, procurava todos os dias por sinais de alguém que desapareceu, mas não encontrou nada até agora.
~Sean: Algum sinal de melhora?
Eu limpava seus ferimentos quando Sean chegou.
~Luci: Nada ainda, continua na mesma. Ele é tão bonito.
Sean solta uma risada.
~Sean: Não me diga que você está apaixonada por um cara que você nem sabe o nome e que está em coma?
Sean era tão insensível.
~Luci: Só estou dizendo que ele é bonito.
~Sean: Mas não negou que está apaixonada. Tento te conquistar a anos, e esse cara chega quase morto e te encantou.
Não o respondo, eu também não acreditava que estava apaixonada por alguém que nem ao menos eu conversei, simplesmente aconteceu, era tanto tempo dedicado a ele, que foi impossível resistir.
Quando começo a limpar os ferimentos de sua mão, seus dedos se movem,olho para Sean.
~Sean: O que foi?
~Luci: Ele mexeu os dedos.
Sean vai para abrir seus olhos, mas o mesmo abre-os sozinho.
Seus olhos são castanhos, ainda mais apaixonantes. Ele parece confuso, fecha eles com força e volta abri-los. Ele tenta se levantar e leva a mão ao tronco onde levou o tiro, então volta a se deitar.
~Sean: Calma aí amigão, você ainda está machucado, qual seu nome?
Ele parece confuso.
~Rapaz: Estou a quanto tempo aqui?
Chego perto dele.
~Luci: À quase 4 meses, você estava em coma. Não sei como se recuperou tão rápido.
Ele olha em sua volta, parecia estar procurando alguém.
~Rapaz: Onde está Sophie? !
~Luci: Não havia ninguém com você quando te encontramos. Meu nome é Luci,e esse é Sean, como se chama?
~Rapaz: Meu nome é James.
Sua voz era tão linda, soava como música em meus ouvidos.
James nos conta o que havia acontecido.
~James: E ele a matou! Ouvi os tiros antes de perder a consciência. Ele havia dito que ela não valeria nada sangrando, então ordenou que a matassem também.
Eu via em sua expressão de dor, que ele a amava.
~Luci: E você voltará para Chicago?
Ele balança a cabeça negativamente.
~James: O que farei lá sem Sophie? Tudo por lá e em Los Angeles me lembraram dela, vou para o Rio de Janeiro, ficarei onde não tenha nenhuma lembrança dela.
Ele estava chorando, me partia o coração vê-lo assim.
~Sean: Se quiser pode ir conosco, também em breve iremos para o Rio.
James seca as lágrimas.
~James: Claro, irei com vocês então.
JAMES :
Era tão nítido em minha memória o barulho dos tiros do lado de fora e o grito de Sophie, tentava apagar esses sons da minha cabeça, mas não conseguia, no lugar do meu coração, agora havia uma pedra de gelo, ainda não sabia como sobreviveria sem Sophie. Como se fosse possível viver sem ela, sem seu sorriso, sua gargalhada. A dor que sentia em meu peito era muito pior da que senti quando meu pai morreu, dessa vez era como se tivessem arrancado meu coração fora. Era um vazio tão grande que até respirar me doía, eu não sabia por quanto tempo viveria sem ela.
Antes de Luci, Sean e eu partirmos, montamos um grupo de buscas para procurar por indícios de Sophie, mas eu conhecia muito bem Zac, e sei que ele não deixaria pistas. Tinha algo em mente, minha vingança, Zac ia sentir onde mais machuca ele, como ele fez comigo, arrancaria o que mais de precioso que ele tinha, que era Alice. Mas antes de eu começar a colocar meu plano em ação, precisava me recuperar por completo.
Faziam quase 4 meses que havia encontrado um rapaz jogado no meio do mato, quase morto, com dois tiros.
Desde então eu venho cuidando dele no meu consultório, porém ele ainda estava em coma. Sean me ajudava a cuidar dele, procurava todos os dias por sinais de alguém que desapareceu, mas não encontrou nada até agora.
~Sean: Algum sinal de melhora?
Eu limpava seus ferimentos quando Sean chegou.
~Luci: Nada ainda, continua na mesma. Ele é tão bonito.
Sean solta uma risada.
~Sean: Não me diga que você está apaixonada por um cara que você nem sabe o nome e que está em coma?
Sean era tão insensível.
~Luci: Só estou dizendo que ele é bonito.
~Sean: Mas não negou que está apaixonada. Tento te conquistar a anos, e esse cara chega quase morto e te encantou.
Não o respondo, eu também não acreditava que estava apaixonada por alguém que nem ao menos eu conversei, simplesmente aconteceu, era tanto tempo dedicado a ele, que foi impossível resistir.
Quando começo a limpar os ferimentos de sua mão, seus dedos se movem,olho para Sean.
~Sean: O que foi?
~Luci: Ele mexeu os dedos.
Sean vai para abrir seus olhos, mas o mesmo abre-os sozinho.
Seus olhos são castanhos, ainda mais apaixonantes. Ele parece confuso, fecha eles com força e volta abri-los. Ele tenta se levantar e leva a mão ao tronco onde levou o tiro, então volta a se deitar.
~Sean: Calma aí amigão, você ainda está machucado, qual seu nome?
Ele parece confuso.
~Rapaz: Estou a quanto tempo aqui?
Chego perto dele.
~Luci: À quase 4 meses, você estava em coma. Não sei como se recuperou tão rápido.
Ele olha em sua volta, parecia estar procurando alguém.
~Rapaz: Onde está Sophie? !
~Luci: Não havia ninguém com você quando te encontramos. Meu nome é Luci,e esse é Sean, como se chama?
~Rapaz: Meu nome é James.
Sua voz era tão linda, soava como música em meus ouvidos.
James nos conta o que havia acontecido.
~James: E ele a matou! Ouvi os tiros antes de perder a consciência. Ele havia dito que ela não valeria nada sangrando, então ordenou que a matassem também.
Eu via em sua expressão de dor, que ele a amava.
~Luci: E você voltará para Chicago?
Ele balança a cabeça negativamente.
~James: O que farei lá sem Sophie? Tudo por lá e em Los Angeles me lembraram dela, vou para o Rio de Janeiro, ficarei onde não tenha nenhuma lembrança dela.
Ele estava chorando, me partia o coração vê-lo assim.
~Sean: Se quiser pode ir conosco, também em breve iremos para o Rio.
James seca as lágrimas.
~James: Claro, irei com vocês então.
JAMES :
Era tão nítido em minha memória o barulho dos tiros do lado de fora e o grito de Sophie, tentava apagar esses sons da minha cabeça, mas não conseguia, no lugar do meu coração, agora havia uma pedra de gelo, ainda não sabia como sobreviveria sem Sophie. Como se fosse possível viver sem ela, sem seu sorriso, sua gargalhada. A dor que sentia em meu peito era muito pior da que senti quando meu pai morreu, dessa vez era como se tivessem arrancado meu coração fora. Era um vazio tão grande que até respirar me doía, eu não sabia por quanto tempo viveria sem ela.
Antes de Luci, Sean e eu partirmos, montamos um grupo de buscas para procurar por indícios de Sophie, mas eu conhecia muito bem Zac, e sei que ele não deixaria pistas. Tinha algo em mente, minha vingança, Zac ia sentir onde mais machuca ele, como ele fez comigo, arrancaria o que mais de precioso que ele tinha, que era Alice. Mas antes de eu começar a colocar meu plano em ação, precisava me recuperar por completo.
SOPHIE :
Cara consegue me fazer rir por alguns segundos, mas a tristeza sempre volta. Como se fosse proibido eu ser feliz novamente.
Minha mãe entra no quarto.
~Mãe: Desculpe incomodá-las, mas sua mãe ligou Cara, quer saber se você dormirá aqui.
Ela olha para mim.
~Cara: Se a Sophie quiser ...
~Sophie: É claro que eu quero.
Minha mãe sorri.
~Mãe: Então direi que sim.
Ela sai do quarto.
Eu e Cara ficamos acordadas até 2:00 da manhã.
Quando pego no sono, sonho com James.
Estávamos em Fernando de Noronha, deitados na rede, ele fazendo carinho em meu rosto.
"~Sophie: Porque você me abandonou? "
"~James: Eu não te abandonei, não estou aqui? "
Começo a chorar.
"~Sophie: Não realmente, você se foi. "
Ele seca minhas lágrimas com beijos.
"~James:Eu nunca abandonarei você Sophie"
E então tudo muda, Zac chega, bate em James e o mata na minha frente, sem dó nem piedade, um tiro na cabeça de James, que faz espirrar sangue em mim ...
CARA :
Acordo assustada ouvindo Sophie gritar.
"NÃO! JAMES, NÃO! FICA COMIGO! EU TE AMO! "
Natalie entra no quarto e a acorda.
~Natalie : Calma meu amor, foi apenas um pesadelo.
Ela balança Sophie em seus braços, vejo Natalie chorando também, não consigo segurar as lágrimas vendo minha amiga assim. Sophie soluçava, chorava muito, agora entendo que não é tão fácil assim superar a morte de alguém que a gente ama tanto.
Me levanto e a Abraço junto com Natalie.
~Natalie: Desculpe Cara, você deve ter levado um susto.
Passo a mão nos cabelos de Sophie que ainda chorava muito.
~Cara: Não tem que pedir desculpas, agora entendo o quanto é difícil mesmo, que é uma coisa que não dá pra se esquecer da noite pro dia, eu estarei ao seu lado sempre Sophie.
~Sophie: O-obrigada Cara.
Aos poucos Sophie foi se acalmando, até que pegou no sono, Natalie à deita .
Ela ainda chorava, devia ser ainda mais difícil para ela que é mãe, vendo sua filha sofrendo tanto e não poder fazer nada para a reconfortar.
Natalie tampa Sophie e sai do quarto, então volto a dormir.
SOPHIE :
É possível alguém sobreviver ao perder alguém que se ama muito? Eu sentia que estava morrendo aos poucos, a cada segundo que se passava.
Acho que eu morreria de amor.
NATALIE :
Estranho quando Sophie não desce para o café da manhã, então subo até seu quarto, ela ainda estava deitada, com o olhar vazio. ~Natalie: O que você tem meu amor? -Quando encosto minha mão em sua testa, estava pelando de febre.- Sophie, você está queimando de febre!
Ela está chorando.
~Sophie: Mãe, é possível morrer de amor?
Eu tentava ser forte por ela, mas não aguentava ver ela assim.
~Natalie: Você não vai morrer.
~Sophie: É egoísmo da minha parte querer ficar viva ? Sinto que estou traindo ele.
As lágrimas escapam.
~Natalie: Minha filha, você sabe que não é egoísmo, tenho certeza que ele só estará bem, se você estiver feliz.
~Sophie: Então, você acha que ele quer que eu seja feliz? Mesmo que não seja com ele?
~Natalie: É claro, vocês foram feitos um para o outro, e se não for nessa vida, vocês ainda se encontraram em outra vida, até terem seus finais felizes.
Cara consegue me fazer rir por alguns segundos, mas a tristeza sempre volta. Como se fosse proibido eu ser feliz novamente.
Minha mãe entra no quarto.
~Mãe: Desculpe incomodá-las, mas sua mãe ligou Cara, quer saber se você dormirá aqui.
Ela olha para mim.
~Cara: Se a Sophie quiser ...
~Sophie: É claro que eu quero.
Minha mãe sorri.
~Mãe: Então direi que sim.
Ela sai do quarto.
Eu e Cara ficamos acordadas até 2:00 da manhã.
Quando pego no sono, sonho com James.
Estávamos em Fernando de Noronha, deitados na rede, ele fazendo carinho em meu rosto.
"~Sophie: Porque você me abandonou? "
"~James: Eu não te abandonei, não estou aqui? "
Começo a chorar.
"~Sophie: Não realmente, você se foi. "
Ele seca minhas lágrimas com beijos.
"~James:Eu nunca abandonarei você Sophie"
E então tudo muda, Zac chega, bate em James e o mata na minha frente, sem dó nem piedade, um tiro na cabeça de James, que faz espirrar sangue em mim ...
CARA :
Acordo assustada ouvindo Sophie gritar.
"NÃO! JAMES, NÃO! FICA COMIGO! EU TE AMO! "
Natalie entra no quarto e a acorda.
~Natalie : Calma meu amor, foi apenas um pesadelo.
Ela balança Sophie em seus braços, vejo Natalie chorando também, não consigo segurar as lágrimas vendo minha amiga assim. Sophie soluçava, chorava muito, agora entendo que não é tão fácil assim superar a morte de alguém que a gente ama tanto.
Me levanto e a Abraço junto com Natalie.
~Natalie: Desculpe Cara, você deve ter levado um susto.
Passo a mão nos cabelos de Sophie que ainda chorava muito.
~Cara: Não tem que pedir desculpas, agora entendo o quanto é difícil mesmo, que é uma coisa que não dá pra se esquecer da noite pro dia, eu estarei ao seu lado sempre Sophie.
~Sophie: O-obrigada Cara.
Aos poucos Sophie foi se acalmando, até que pegou no sono, Natalie à deita .
Ela ainda chorava, devia ser ainda mais difícil para ela que é mãe, vendo sua filha sofrendo tanto e não poder fazer nada para a reconfortar.
Natalie tampa Sophie e sai do quarto, então volto a dormir.
SOPHIE :
É possível alguém sobreviver ao perder alguém que se ama muito? Eu sentia que estava morrendo aos poucos, a cada segundo que se passava.
Acho que eu morreria de amor.
NATALIE :
Estranho quando Sophie não desce para o café da manhã, então subo até seu quarto, ela ainda estava deitada, com o olhar vazio. ~Natalie: O que você tem meu amor? -Quando encosto minha mão em sua testa, estava pelando de febre.- Sophie, você está queimando de febre!
Ela está chorando.
~Sophie: Mãe, é possível morrer de amor?
Eu tentava ser forte por ela, mas não aguentava ver ela assim.
~Natalie: Você não vai morrer.
~Sophie: É egoísmo da minha parte querer ficar viva ? Sinto que estou traindo ele.
As lágrimas escapam.
~Natalie: Minha filha, você sabe que não é egoísmo, tenho certeza que ele só estará bem, se você estiver feliz.
~Sophie: Então, você acha que ele quer que eu seja feliz? Mesmo que não seja com ele?
~Natalie: É claro, vocês foram feitos um para o outro, e se não for nessa vida, vocês ainda se encontraram em outra vida, até terem seus finais felizes.
~Sophie: Ele realmente amava crianças - uma lágrima escorre em meu rosto- Eu vou sim, por ele.
Quando chegamos, quase todas as crianças vieram correndo até nós. Uma perguntou onde estava o tio James,quase sufocado Luke conta que ele agora estava em um lugar melhor.
Ver aquelas crianças correndo, jogando, me faziam lembrar de Fernando de Noronha, onde passei os melhores momentos com James, mas que ao mesmo tempo passei o pior deles, espontaneamente levo a minha mão até o peito.
Luke senta-se ao meu lado.
~Luke: Porque está chorando?
Respiro fundo, e tento afastar as lembranças.
~Sophie: Não é nada não.
Ele segura minha mão.
~Luke: Olha, eu sei que é difícil, mas você não pode se fechar para a vida, tenho certeza que James não gostaria de te ver assim.
~Sophie: Mas ele não está.
~Luke: Sophie ...
Ele para de falar.
~Sophie: Fale Luke.
~Luke: Eu não sei se o que vou contar eu podia ... Mas as autoridades internacionais ligaram para minha mãe ontem, e ...
Fecho os olhos.
~Luke: E eles ainda não encontraram nenhum corpo.
~Sophie: É claro que não Luke, Zac pediu para seus homens se livrarem do corpo de James.
Quando olho nos olhos de Luke, vejo esperanças, queria poder ter a mesma esperança que ele, mas não conseguia. James não voltará, e com o passar do tempo, vai ser como se ele nunca tivesse existido.
Eu tinha que seguir em frente, mas por mais que eu tentasse, eu não conseguia, não era nada sem ele. Mas eu precisava tentar, por ele.
Assim que chego em casa, decido ligar para Cara.
"Alô? "
~Sophie: Cara, sou eu, Sophie.
"So! Que bom que ligou, já estava preocupada com você, você se fechou no seu mundo, não deixou ninguém se aproximar, como você está? "
Começo a chorar.
~Sophie: Vazia .. Eu não consigo seguir em frente sem ele...
"Ai amiga, eu sei que deve estar sendo difícil, se você deixasse ao menos eu visitá-la para te abraçar"
~Sophie: Se você quiser, eu gostaria de um ombro amigo.
"Claro So! Vou me arrumar e já estou indo, beijos. "
~Sophie: Okay, Beijos.
Quando Cara chegou, nos trancamos em meu quarto e eu à contei tudo o que eu estava passando.
~Cara: Sophie Louise, eu a proíbo continuar assim! Vamos viver nossos sonhos, temos tão pouco tempo!
~Sophie: Como que vou viver meus sonhos, se eles eram todos com James?
~Cara: Sempre temos a oportunidade de voltar a sonhar com novas coisas, novos lugares, novos amores.
Balanço a cabeça.
~Sophie: Me recuso a amar outra pessoa que não seja James.
NATALIE :
Fico mais aliviada por Sophie ter chamado Cara aqui, e por ter saído de casa um pouco.
Alguém toca a campainha, quando abro a porta, era Stefan.
~Natalie: O que você quer aqui?
Ele entra sem eu o convidar.
~Stefan: Ver Sophie.
~Natalie:Sophie não quer te ver, aproveitando que está aqui, quero conversar com você, mesmo que seja um pouco tarde.
Ele senta no sofá.
~Natalie: Sabe, eu acho que você nunca entendeu a Sophie, então vou te explicar o que é ser pai. Quando temos um filho, ou no nosso caso filha, nós temos que desde cedo colocarmos algo em nossa mente, que filhos são como um navio, e nós somos o porto, que uma hora esse navio partirá, ele vai à mar aberto, explorar sozinho novos mundos, e o porto, sempre estará a espera de sua volta, mas não podemos o impedir de partir. Ele vai, enfrenta tempestades, turbulências, mar calmo, e sempre que precisar, poderá voltar ao seu porto, um lugar seguro. E a Sophie era um navio, mas você não à deixou explorar tudo o que podia, você a tirou das ondas calmas que era James, você fez ela jogar a âncora, e agora ela está presa aqui.... Infeliz, sem sua onda calma, sem querer mais explorar o mundo ... E tudo isso é culpa sua!
Começo a chorar.
~Natalie: Minha filha virou um navio naufragado por sua culpa!
~Stefan: Tudo o que fiz achava que era para o seu bem...
~Natalie: Por favor Stefan, vá embora, Sophie não quer te ver.
Ele sai, sem olhar para trás.
(FIM DO CAPÍTULO 1)
Quando chegamos, quase todas as crianças vieram correndo até nós. Uma perguntou onde estava o tio James,quase sufocado Luke conta que ele agora estava em um lugar melhor.
Ver aquelas crianças correndo, jogando, me faziam lembrar de Fernando de Noronha, onde passei os melhores momentos com James, mas que ao mesmo tempo passei o pior deles, espontaneamente levo a minha mão até o peito.
Luke senta-se ao meu lado.
~Luke: Porque está chorando?
Respiro fundo, e tento afastar as lembranças.
~Sophie: Não é nada não.
Ele segura minha mão.
~Luke: Olha, eu sei que é difícil, mas você não pode se fechar para a vida, tenho certeza que James não gostaria de te ver assim.
~Sophie: Mas ele não está.
~Luke: Sophie ...
Ele para de falar.
~Sophie: Fale Luke.
~Luke: Eu não sei se o que vou contar eu podia ... Mas as autoridades internacionais ligaram para minha mãe ontem, e ...
Fecho os olhos.
~Luke: E eles ainda não encontraram nenhum corpo.
~Sophie: É claro que não Luke, Zac pediu para seus homens se livrarem do corpo de James.
Quando olho nos olhos de Luke, vejo esperanças, queria poder ter a mesma esperança que ele, mas não conseguia. James não voltará, e com o passar do tempo, vai ser como se ele nunca tivesse existido.
Eu tinha que seguir em frente, mas por mais que eu tentasse, eu não conseguia, não era nada sem ele. Mas eu precisava tentar, por ele.
Assim que chego em casa, decido ligar para Cara.
"Alô? "
~Sophie: Cara, sou eu, Sophie.
"So! Que bom que ligou, já estava preocupada com você, você se fechou no seu mundo, não deixou ninguém se aproximar, como você está? "
Começo a chorar.
~Sophie: Vazia .. Eu não consigo seguir em frente sem ele...
"Ai amiga, eu sei que deve estar sendo difícil, se você deixasse ao menos eu visitá-la para te abraçar"
~Sophie: Se você quiser, eu gostaria de um ombro amigo.
"Claro So! Vou me arrumar e já estou indo, beijos. "
~Sophie: Okay, Beijos.
Quando Cara chegou, nos trancamos em meu quarto e eu à contei tudo o que eu estava passando.
~Cara: Sophie Louise, eu a proíbo continuar assim! Vamos viver nossos sonhos, temos tão pouco tempo!
~Sophie: Como que vou viver meus sonhos, se eles eram todos com James?
~Cara: Sempre temos a oportunidade de voltar a sonhar com novas coisas, novos lugares, novos amores.
Balanço a cabeça.
~Sophie: Me recuso a amar outra pessoa que não seja James.
NATALIE :
Fico mais aliviada por Sophie ter chamado Cara aqui, e por ter saído de casa um pouco.
Alguém toca a campainha, quando abro a porta, era Stefan.
~Natalie: O que você quer aqui?
Ele entra sem eu o convidar.
~Stefan: Ver Sophie.
~Natalie:Sophie não quer te ver, aproveitando que está aqui, quero conversar com você, mesmo que seja um pouco tarde.
Ele senta no sofá.
~Natalie: Sabe, eu acho que você nunca entendeu a Sophie, então vou te explicar o que é ser pai. Quando temos um filho, ou no nosso caso filha, nós temos que desde cedo colocarmos algo em nossa mente, que filhos são como um navio, e nós somos o porto, que uma hora esse navio partirá, ele vai à mar aberto, explorar sozinho novos mundos, e o porto, sempre estará a espera de sua volta, mas não podemos o impedir de partir. Ele vai, enfrenta tempestades, turbulências, mar calmo, e sempre que precisar, poderá voltar ao seu porto, um lugar seguro. E a Sophie era um navio, mas você não à deixou explorar tudo o que podia, você a tirou das ondas calmas que era James, você fez ela jogar a âncora, e agora ela está presa aqui.... Infeliz, sem sua onda calma, sem querer mais explorar o mundo ... E tudo isso é culpa sua!
Começo a chorar.
~Natalie: Minha filha virou um navio naufragado por sua culpa!
~Stefan: Tudo o que fiz achava que era para o seu bem...
~Natalie: Por favor Stefan, vá embora, Sophie não quer te ver.
Ele sai, sem olhar para trás.
(FIM DO CAPÍTULO 1)
Acordo agitada, por um momento, penso que tudo o que aconteceu não passava de um pesadelo, mas a dor em minha perna era real, então aconteceu mesmo.
Minha cabeça doía, não queria abrir meus olhos, não sem poder mais ver o rosto de James, queria morrer.
As lágrimas começam a escorrer, a dor em meu coração era terrível, era como se tivessem arrancado metade dele, não conseguia respirar direito. Ainda estou deitada, mas não sei aonde. Começo a gritar, a espernear, tentar de alguma forma fazer a dor em meu peito passar, mas nada adiantava.
~Zac: Deixe ela em paz, em breve vai ser como se ele nunca tivesse existido.
Abro meus olhos, eu não estava mais dentro do mesmo carro, e sim de outro totalmente diferente. Quando olho pela janela vejo que estávamos em Chicago.
~Sophie: Quanto tempo estou desacordada?
~Zac :Quase 2 dias, tive que te sedar, se não me arrumaria encrenca.
Agora que percebo que Zac está sentado ao meu lado.
Pulo no seu pescoço, e tento com a maior força que consigo enforcar ele.
~Sophie: VOCÊ MATOU JAMES ! EU VOU MATAR VOCÊ! ! SEU ... -perco as forças, a dor em meu peito não deixa eu continuar. -ME MATA ! VAMOS, ME MATE LOGO !!
Zac segura seu pescoço onde tentei o enforcar.
~Zac: Eu não vou te matar, estou te levando para casa .
Eu não conseguia entender o porquê de tudo isso, ele tirou a vida de James à sangue frio, sem nem ao menos dar a chance de ele revidar. Nunca senti tanto ódio de alguém como sentia dele.
~Sophie: O que você fez ....
Os soluços me impedem de continuar a pergunta.
~Zac: Mandei meus homens se livrarem de seu corpo. Sophie, te livrei de um problema, devia me agradecer.
Olho incrédula para ele.
~Sophie: Você só pode estar brincando. - dou um tapa na sua cara - VOCÊ MATOU A RAZÃO DE EU VIVER! EU ... SÓ NÃO TE MATO PORQUE ESTOU FRACA, AFINAL, NÃO TENHO MAIS NADA QUE PERDER, JÁ QUE VOCÊ O TIROU DE MIM.
Encosto minha cabeça no vidro do carro e coloco as duas mãos em meu peito.
Tento abrir a porta do carro, porém está trancada.
~Zac: Você não vai conseguir se matar, eu não deixarei.
~Sophie: Não faz diferença. Você já me matou assim que tirou a vida de James.
NATALIE :
Estávamos todos na sala de Katherine, todos viemos para Chicago quando Stefan disse que tinha uma novidade para nos contar, e desde então estamos todos sentados aqui esperando.
Katherine chorava sem parar, ela estava agoniada, com uma dor no peito, sentindo que algo de ruim aconteceu com James, tentei tirar isso de sua cabeça, mas não consegui.
SOPHIE :
Quando chegamos na frente da fazenda de meu pai, Zac me joga para fora do carro e o mesmo sai em disparada.
Não consigo me levantar, queria ficar ali, e estava rezando que passasse um carro por ali e me matasse. Para meu azar, Adam aparece ali, e me leva para dentro de casa.
Estão todos ali, Luke, Katherine, minha mãe, meu pai e Adam.
~Mãe: Sophie! -ela me abraça, depois me olha da cabeça aos pés- O que aconteceu com você?
Perdi a fala, não consigo responder, só olho Katherine e me jogo em seus braços, chorando, gritando de dor, mas não a dor em minha perna, e sim em meu peito.
~Katherine: Sophie, se acalme querida, o que aconteceu?
Vejo meu pai logo atrás de Katherine sorrindo.
~Pai: Bem vinda ao lar.
Eu avanço nele, começo a dar tapas e socos, ignoro a dor em minha perna e em meu peito. Luke e Adam me seguram.
~Sophie: EU TE ODEIO! -engasgo- eu te odeio.
Luke me abraça.
~Luke: Sophie, se acalme e nos diga o que aconteceu, onde está James?
Quando Luke pronúncia seu nome eu desabo em seus braços, ele me senta no chão, e todos aguardam uma resposta.
~Sophie: Eu .. e James .. Estávamos tão felizes ... Até planos fizemos -olhei para meu pai que estava limpando o sangue de sua boca- E VOCÊ TIROU ELE DE MIM!
Katherine já chorando se ajoelha ao meu lado.
~Katherine: Não me diga ... - ela não termina a frase.
~Sophie: James ... ele -soluços- Ele está morto.
Katherine e Luke desabam no chão, abraço os dois, agora a dor estava mil vezes pior.
Quando consigo me acalmar um pouco, conto o que havia acontecido, meu pai jurava que não tinha nada a ver com isso, que apenas pediu que Zac nos trouxesse para Chicago novamente, não acreditava em uma só palavra que ele dizia, minha mãe ligou para a polícia internacional, e contou a eles tudo o que aconteceu.
Por dias tive que dar depoimentos para a polícia, até que eu os implorei que não queria mais me lembrar do acontecido. Zac estava desaparecido.
JANEIRO
FEVEREIRO
MARÇO ...
Os meses se passaram, e parecia ainda que eu estava em um pesadelo, ainda esperava me acordar e ver que tudo não passou de um sonho.
Cada segundo que se passava sem James eram como hematomas, sempre estavam lá, impedindo que eu continuasse. Minha mãe estava preocupada comigo, eu não comia direito, cada vez que eu fechava os olhos tinha pesadelos, não conversava com mais ninguém e não saía mais de casa.
Estava sentada na cadeira de balanço na varanda, meu coração acelera quando vejo um volvo prata parar em frente de casa, dou um pulo da cadeira.
Era Luke.
Minha mãe me abraça.
~Mãe: Querida, ele não vai voltar. Eu sei que é difícil, sei porque sofro junto com você, mas você tem que ao menos tentar seguir em frente, por ele.
Luke e Katherine saíram do carro -Katherine havia se separado de meu pai e veio morar em Los Angeles para ficar perto de mim-.
~Luke : Vim te fazer um convite e não aceito um não como resposta.
De alguma forma, eu ficava feliz quando via Luke, ele e Katherine juntamente com a dor, eram as provas de que James foi real.
~Sophie: O que seria?
O sorriso de Luke some um pouco.
~Luke: Todo ano, em Março, James costumava visitar um orfanato , achei que gostaria de ir comigo .
Minha cabeça doía, não queria abrir meus olhos, não sem poder mais ver o rosto de James, queria morrer.
As lágrimas começam a escorrer, a dor em meu coração era terrível, era como se tivessem arrancado metade dele, não conseguia respirar direito. Ainda estou deitada, mas não sei aonde. Começo a gritar, a espernear, tentar de alguma forma fazer a dor em meu peito passar, mas nada adiantava.
~Zac: Deixe ela em paz, em breve vai ser como se ele nunca tivesse existido.
Abro meus olhos, eu não estava mais dentro do mesmo carro, e sim de outro totalmente diferente. Quando olho pela janela vejo que estávamos em Chicago.
~Sophie: Quanto tempo estou desacordada?
~Zac :Quase 2 dias, tive que te sedar, se não me arrumaria encrenca.
Agora que percebo que Zac está sentado ao meu lado.
Pulo no seu pescoço, e tento com a maior força que consigo enforcar ele.
~Sophie: VOCÊ MATOU JAMES ! EU VOU MATAR VOCÊ! ! SEU ... -perco as forças, a dor em meu peito não deixa eu continuar. -ME MATA ! VAMOS, ME MATE LOGO !!
Zac segura seu pescoço onde tentei o enforcar.
~Zac: Eu não vou te matar, estou te levando para casa .
Eu não conseguia entender o porquê de tudo isso, ele tirou a vida de James à sangue frio, sem nem ao menos dar a chance de ele revidar. Nunca senti tanto ódio de alguém como sentia dele.
~Sophie: O que você fez ....
Os soluços me impedem de continuar a pergunta.
~Zac: Mandei meus homens se livrarem de seu corpo. Sophie, te livrei de um problema, devia me agradecer.
Olho incrédula para ele.
~Sophie: Você só pode estar brincando. - dou um tapa na sua cara - VOCÊ MATOU A RAZÃO DE EU VIVER! EU ... SÓ NÃO TE MATO PORQUE ESTOU FRACA, AFINAL, NÃO TENHO MAIS NADA QUE PERDER, JÁ QUE VOCÊ O TIROU DE MIM.
Encosto minha cabeça no vidro do carro e coloco as duas mãos em meu peito.
Tento abrir a porta do carro, porém está trancada.
~Zac: Você não vai conseguir se matar, eu não deixarei.
~Sophie: Não faz diferença. Você já me matou assim que tirou a vida de James.
NATALIE :
Estávamos todos na sala de Katherine, todos viemos para Chicago quando Stefan disse que tinha uma novidade para nos contar, e desde então estamos todos sentados aqui esperando.
Katherine chorava sem parar, ela estava agoniada, com uma dor no peito, sentindo que algo de ruim aconteceu com James, tentei tirar isso de sua cabeça, mas não consegui.
SOPHIE :
Quando chegamos na frente da fazenda de meu pai, Zac me joga para fora do carro e o mesmo sai em disparada.
Não consigo me levantar, queria ficar ali, e estava rezando que passasse um carro por ali e me matasse. Para meu azar, Adam aparece ali, e me leva para dentro de casa.
Estão todos ali, Luke, Katherine, minha mãe, meu pai e Adam.
~Mãe: Sophie! -ela me abraça, depois me olha da cabeça aos pés- O que aconteceu com você?
Perdi a fala, não consigo responder, só olho Katherine e me jogo em seus braços, chorando, gritando de dor, mas não a dor em minha perna, e sim em meu peito.
~Katherine: Sophie, se acalme querida, o que aconteceu?
Vejo meu pai logo atrás de Katherine sorrindo.
~Pai: Bem vinda ao lar.
Eu avanço nele, começo a dar tapas e socos, ignoro a dor em minha perna e em meu peito. Luke e Adam me seguram.
~Sophie: EU TE ODEIO! -engasgo- eu te odeio.
Luke me abraça.
~Luke: Sophie, se acalme e nos diga o que aconteceu, onde está James?
Quando Luke pronúncia seu nome eu desabo em seus braços, ele me senta no chão, e todos aguardam uma resposta.
~Sophie: Eu .. e James .. Estávamos tão felizes ... Até planos fizemos -olhei para meu pai que estava limpando o sangue de sua boca- E VOCÊ TIROU ELE DE MIM!
Katherine já chorando se ajoelha ao meu lado.
~Katherine: Não me diga ... - ela não termina a frase.
~Sophie: James ... ele -soluços- Ele está morto.
Katherine e Luke desabam no chão, abraço os dois, agora a dor estava mil vezes pior.
Quando consigo me acalmar um pouco, conto o que havia acontecido, meu pai jurava que não tinha nada a ver com isso, que apenas pediu que Zac nos trouxesse para Chicago novamente, não acreditava em uma só palavra que ele dizia, minha mãe ligou para a polícia internacional, e contou a eles tudo o que aconteceu.
Por dias tive que dar depoimentos para a polícia, até que eu os implorei que não queria mais me lembrar do acontecido. Zac estava desaparecido.
JANEIRO
FEVEREIRO
MARÇO ...
Os meses se passaram, e parecia ainda que eu estava em um pesadelo, ainda esperava me acordar e ver que tudo não passou de um sonho.
Cada segundo que se passava sem James eram como hematomas, sempre estavam lá, impedindo que eu continuasse. Minha mãe estava preocupada comigo, eu não comia direito, cada vez que eu fechava os olhos tinha pesadelos, não conversava com mais ninguém e não saía mais de casa.
Estava sentada na cadeira de balanço na varanda, meu coração acelera quando vejo um volvo prata parar em frente de casa, dou um pulo da cadeira.
Era Luke.
Minha mãe me abraça.
~Mãe: Querida, ele não vai voltar. Eu sei que é difícil, sei porque sofro junto com você, mas você tem que ao menos tentar seguir em frente, por ele.
Luke e Katherine saíram do carro -Katherine havia se separado de meu pai e veio morar em Los Angeles para ficar perto de mim-.
~Luke : Vim te fazer um convite e não aceito um não como resposta.
De alguma forma, eu ficava feliz quando via Luke, ele e Katherine juntamente com a dor, eram as provas de que James foi real.
~Sophie: O que seria?
O sorriso de Luke some um pouco.
~Luke: Todo ano, em Março, James costumava visitar um orfanato , achei que gostaria de ir comigo .
sábado, 28 de fevereiro de 2015
James me empurra para trás.
~James: Sophie, corra!
Ele se joga em cima de Zac, e seus homens tentam tirar James de cima dele.
De início não consigo fazer com que minhas pernas se movam, mas então me concentro e saio correndo, sem saber o certo para onde estou indo, precisava pedir ajuda, mas como falaria com eles eu não sabia.
Antes que pudesse chegar a algum lugar, sinto uma dor terrível na perna e desabo no chão, olho para minha perna e ela está sangrando, levei um tiro!
Um homem me pegou no colo e leva novamente para a casa, tento me livrar de seus braços, mais minha perna dói demais.
Já estavam todos dentro de casa, James está amarrado em uma cadeira com a cabeça abaixada.
~Sophie: James! -ele levanta a cabeça, seu rosto está todo machucado- James, você está bem?!
~James: Sophie, você está sangrando!
Zac se aproxima de mim, e olha minha perna, depois dá um soco na cara do homem que me segurava, aproveito e corro até onde James está.
Passo as mãos pelo seu rosto.
~Zac: Que parte de "quero ela impecável" você não entendeu?!
Ele toca onde a bala havia se alojado, soltei um grito ensurdecedor. James se torcia na cadeira, com os olhos cheios de lágrimas, tentando se soltar.
~James: Deixe ela em paz! -ele berra- Se encostar mais um dedo em nela eu mato você!
Zac solta uma gargalhada que me faz tremer.
~Zac: Acho que você está enganado, eu é quem vou te matar, seu desgraçado. -ele olha para mim- E sobre Sophie, só a levarei para casa.
Ele me pega pelo colarinho e me arrasta sala à fora. Dou outro grito de dor, minha perna latejava, essa dor era pior do que da vez que havia caído no buraco.
~James: SOPHIE!
Tento me soltar sem sucesso.
~Sophie: JA-JAMES! -grito entre os soluços.
Zac me leva até um carro e me joga no banco de trás.
~Sophie: SOLTE ELE! NOS DEIXE EM PAZ! PORQUE ESTA FAZENDO ISSO?!
~Zac: Seu pai me pediu para eu vir te buscar, mas a parte de acabar com a vida daquele desgraçado é algo que eu quero fazer a algum tempo -ele aperta minha bochecha- Não se preocupe, vou te poupar de vê-lo morrendo, fique aqui, logo estarei de volta.
Ele tranca a porta do carro e liga o alarme. Começo a socar o vidro.
~Sophie: ZAC, NÃO! ! POR FAVOR, NÃO FAÇA ISSO! JAAAAAAMES! !!
Zac entra novamente na casa.
O que eu faço? Estou desesperada, tento quebrar o vidro do carro, mas não consigo. Minha perna doía muito, mas meu coração doía mil vezes mais, se fosse possível ele já tinha saído pela boca, de tão acelerado que estava. Meu corpo todo tremia, não conseguia parar de chorar, James seria morto e eu não poderia fazer nada para tentar salvá-lo.
Escuto um barulho de tiro, não pode ser, fico olhando para a porta esperando que seja James saindo de lá, não, não pode ter sido ele, não James, não a minha razão de viver.
Entre minhas lágrimas vejo Zac saindo, não consigo ver mais nada, vou perdendo a consciência, até desmaiar.
~James: Sophie, corra!
Ele se joga em cima de Zac, e seus homens tentam tirar James de cima dele.
De início não consigo fazer com que minhas pernas se movam, mas então me concentro e saio correndo, sem saber o certo para onde estou indo, precisava pedir ajuda, mas como falaria com eles eu não sabia.
Antes que pudesse chegar a algum lugar, sinto uma dor terrível na perna e desabo no chão, olho para minha perna e ela está sangrando, levei um tiro!
Um homem me pegou no colo e leva novamente para a casa, tento me livrar de seus braços, mais minha perna dói demais.
Já estavam todos dentro de casa, James está amarrado em uma cadeira com a cabeça abaixada.
~Sophie: James! -ele levanta a cabeça, seu rosto está todo machucado- James, você está bem?!
~James: Sophie, você está sangrando!
Zac se aproxima de mim, e olha minha perna, depois dá um soco na cara do homem que me segurava, aproveito e corro até onde James está.
Passo as mãos pelo seu rosto.
~Zac: Que parte de "quero ela impecável" você não entendeu?!
Ele toca onde a bala havia se alojado, soltei um grito ensurdecedor. James se torcia na cadeira, com os olhos cheios de lágrimas, tentando se soltar.
~James: Deixe ela em paz! -ele berra- Se encostar mais um dedo em nela eu mato você!
Zac solta uma gargalhada que me faz tremer.
~Zac: Acho que você está enganado, eu é quem vou te matar, seu desgraçado. -ele olha para mim- E sobre Sophie, só a levarei para casa.
Ele me pega pelo colarinho e me arrasta sala à fora. Dou outro grito de dor, minha perna latejava, essa dor era pior do que da vez que havia caído no buraco.
~James: SOPHIE!
Tento me soltar sem sucesso.
~Sophie: JA-JAMES! -grito entre os soluços.
Zac me leva até um carro e me joga no banco de trás.
~Sophie: SOLTE ELE! NOS DEIXE EM PAZ! PORQUE ESTA FAZENDO ISSO?!
~Zac: Seu pai me pediu para eu vir te buscar, mas a parte de acabar com a vida daquele desgraçado é algo que eu quero fazer a algum tempo -ele aperta minha bochecha- Não se preocupe, vou te poupar de vê-lo morrendo, fique aqui, logo estarei de volta.
Ele tranca a porta do carro e liga o alarme. Começo a socar o vidro.
~Sophie: ZAC, NÃO! ! POR FAVOR, NÃO FAÇA ISSO! JAAAAAAMES! !!
Zac entra novamente na casa.
O que eu faço? Estou desesperada, tento quebrar o vidro do carro, mas não consigo. Minha perna doía muito, mas meu coração doía mil vezes mais, se fosse possível ele já tinha saído pela boca, de tão acelerado que estava. Meu corpo todo tremia, não conseguia parar de chorar, James seria morto e eu não poderia fazer nada para tentar salvá-lo.
Escuto um barulho de tiro, não pode ser, fico olhando para a porta esperando que seja James saindo de lá, não, não pode ter sido ele, não James, não a minha razão de viver.
Entre minhas lágrimas vejo Zac saindo, não consigo ver mais nada, vou perdendo a consciência, até desmaiar.
(FIM DO CAPÍTULO 11 E DA PRIMEIRA TEMPORADA)
Meu coração! frown emoticon
FIQUEM LIGADOS QUE EM BREVE SAIRÁ A SEGUNDA TEMPORADA, E NÃO ME MATEM!
LEMBREM QUE A FANFIC NÃO TERMINA POR AQUI, ENTÃO TENHAM ESPERANÇAS!
LEMBREM QUE A FANFIC NÃO TERMINA POR AQUI, ENTÃO TENHAM ESPERANÇAS!
A opção A ganhou *-*
Não conseguindo mais me controlar, me junto a eles, tudo bem que nem chutar uma bola eu conseguir fazer direito, mas só de estar ali, brincando com essas crianças e juntamente com James, já valia os tombos que eu levaria.
Quando se quer ser feliz, você não precisa nem falar a mesma língua, nos comunicamos por aqui só com a alegria, uma alegria que contagiava todos ao nosso redor.
Era algo tão reconfortante, sentir essa energia ,mesmo não entendendo uma se quer palavra que eles diziam, o amor e carinho que essas crianças davam para estranhos.
Depois de muitas caneladas que eu dei em James, cada puxão em sua camisa -que por sinal chegou a rasgar- eu me sento na areia, as crianças continuam a jogar, não demorou muito para James vir sentar-se ao meu lado.
~James: Já cansou?
Ele não parecia nem um pouco cansado.
~Sophie: Se eu cansei? -digo ofegante- Estou morta.
~James: Então guarde energias para essa noite. -ele sussurra em meu ouvido.
Olho para ele maliciosamente.
~James: Não é o que está pensando... Pode ser também, mas hoje é dia 24 de Dezembro.
Eu nem me lembrava, andava meia perdida por aqui.
~Sophie: Véspera de Natal!
Quando se quer ser feliz, você não precisa nem falar a mesma língua, nos comunicamos por aqui só com a alegria, uma alegria que contagiava todos ao nosso redor.
Era algo tão reconfortante, sentir essa energia ,mesmo não entendendo uma se quer palavra que eles diziam, o amor e carinho que essas crianças davam para estranhos.
Depois de muitas caneladas que eu dei em James, cada puxão em sua camisa -que por sinal chegou a rasgar- eu me sento na areia, as crianças continuam a jogar, não demorou muito para James vir sentar-se ao meu lado.
~James: Já cansou?
Ele não parecia nem um pouco cansado.
~Sophie: Se eu cansei? -digo ofegante- Estou morta.
~James: Então guarde energias para essa noite. -ele sussurra em meu ouvido.
Olho para ele maliciosamente.
~James: Não é o que está pensando... Pode ser também, mas hoje é dia 24 de Dezembro.
Eu nem me lembrava, andava meia perdida por aqui.
~Sophie: Véspera de Natal!
ZAC :
Estavamos quase chegando no Brasil, nessas horas que agradeço ter trocado algumas quantidades de drogas por um jatinho.
Recebi a notícia de que James e Sophie estariam em Fernando de Noronha, a última informação tirada do amigo de James antes dos meus homens o matá-lo.
Recebi a notícia de que James e Sophie estariam em Fernando de Noronha, a última informação tirada do amigo de James antes dos meus homens o matá-lo.
Quando finalmente chegamos no Brasil, pegamos carona com um parceiro do Brasil até Fernando de Noronha.
SOPHIE :
A véspera de Natal só passaria eu e James, afinal é só um do outro que precisávamos mesmo.
James estava na cozinha preparando a ceia, e eu como não era tão boa cozinheira assim, fiquei no quarto me arrumando.
Vesti uma saia branca com uma blusa vermelha, o calor hoje estava insuportável, ainda era estranho vestir roupas curtas no natal.
Quando desci James arrumava a mesa, ele estava impecavelmente maravilhoso, estava com uma blusa de botões abertos branca, e uma bermuda vermelha (PENSEI NA AMIZADE AGORA KKKK) ,e estava com o cabelo meio bagunçado.
Só quando beijo sua nuca que ele nota minha presença, ele vira para me ver e fica boquiaberta.
~James: Você está maravilhosa, como sempre.
Ele me beija.
A campanhia toca.
~Sophie: Termine ai, deixe que eu abra.
Vou até a porta e à abro. Quase perco o equilíbrio quando Zac se vira, fico sem ar, quero gritar, quero correr, mas congelo no lugar.
~Zac: Olha só, Sophie, você mudou o corte de cabelo, devo lhe dizer que esta mais linda do que nunca.
Corra Sophie! Minhas pernas não me obedecem.
~Sophie: O-o que faz aqui?
Quando olho por entre seu ombro, avisto mais homens o acompanhando.
~Zac: Hora, um velho amigo do seu amado não pode vir visitá-los?
James estava na cozinha preparando a ceia, e eu como não era tão boa cozinheira assim, fiquei no quarto me arrumando.
Vesti uma saia branca com uma blusa vermelha, o calor hoje estava insuportável, ainda era estranho vestir roupas curtas no natal.
Quando desci James arrumava a mesa, ele estava impecavelmente maravilhoso, estava com uma blusa de botões abertos branca, e uma bermuda vermelha (PENSEI NA AMIZADE AGORA KKKK) ,e estava com o cabelo meio bagunçado.
Só quando beijo sua nuca que ele nota minha presença, ele vira para me ver e fica boquiaberta.
~James: Você está maravilhosa, como sempre.
Ele me beija.
A campanhia toca.
~Sophie: Termine ai, deixe que eu abra.
Vou até a porta e à abro. Quase perco o equilíbrio quando Zac se vira, fico sem ar, quero gritar, quero correr, mas congelo no lugar.
~Zac: Olha só, Sophie, você mudou o corte de cabelo, devo lhe dizer que esta mais linda do que nunca.
Corra Sophie! Minhas pernas não me obedecem.
~Sophie: O-o que faz aqui?
Quando olho por entre seu ombro, avisto mais homens o acompanhando.
~Zac: Hora, um velho amigo do seu amado não pode vir visitá-los?
~James: Sophie , quem ...
James para ao meu lado, imediatamente me puxa para trás dele.
~James: O que está fazendo aqui?
~Zac: Calma James, só vim pegar algo que não lhe pertence.
Zac olha para mim.
~Zac: Peguem eles
James para ao meu lado, imediatamente me puxa para trás dele.
~James: O que está fazendo aqui?
~Zac: Calma James, só vim pegar algo que não lhe pertence.
Zac olha para mim.
~Zac: Peguem eles
(VENHO LHES AVISAR QUE A PRIMEIRA TEMPORADA DA FANFIC SE ENCERRARÁ EM BREVE)
STEFAN:
Então foi para o Brasil que aquele marginal levou minha filha, mas eu não poderia ir, afinal Katherine perceberia minha ausência. Precisava que alguém fosse em meu lugar, e a solução do meu problema estava em minha frente. Zac.
~Stefan: Ótimo, preciso de um favor seu.
Zac ergue as sobrancelhas.
~Stefan: Não sabe como eu mesmo queria ir até lá e quebrar a cara desse... Mas não posso, todos suspeitaram se James morresse ou algo parecido.
Zac captou a mensagem.
~Zac: Então você quer que eu vá, procure por eles, acabe com James e volte com sua filha?
~Stefan: Exatamente isso.
~Zac: Eu faço, e sem cobrar nada em troca, só de saber que serei eu que verei James respirar pela última vez já vai valer a pena.
~Stefan: Ótimo, preciso de um favor seu.
Zac ergue as sobrancelhas.
~Stefan: Não sabe como eu mesmo queria ir até lá e quebrar a cara desse... Mas não posso, todos suspeitaram se James morresse ou algo parecido.
Zac captou a mensagem.
~Zac: Então você quer que eu vá, procure por eles, acabe com James e volte com sua filha?
~Stefan: Exatamente isso.
~Zac: Eu faço, e sem cobrar nada em troca, só de saber que serei eu que verei James respirar pela última vez já vai valer a pena.
JAMES :
Sophie estava deitada na cama observando a chuva cair lá fora, parecia com os pensamentos distantes, como se estivesse aqui só fisicamente.
~Sophie: Eu estava aqui pensando...
~James: Você pensa?
Ela começa a rir.
~Sophie: Deixa eu falar Ogro!
Me sento do seu lado.
~James: Então fale.
~Sophie: Eu estava pensando , sabe, imaginando- ela começa a corar- Como seria ter um filho seu, lindo, maravilhoso, metido irritante.
Eu me deito ao seu lado.
~James: Não quero nem imaginar como ele seria se fosse igual você.
Sophie: Ele não, eles.
Arregalei meus olhos.
~James: Eles? ! Quantos filhos você tem em mente?
~Sophie: Quatro!
~James: Quatro? ! Não acha que é demais? Imagina quantas mamadeiras precisaríamos?
Sophie se senta.
~Sophie: Okay, se você não quer me dar quatro filhos sairei por essa ilha procurando alguém que queira ter quatro filhos.
Eu a deito novamente.
~James: Podemos ter quatro, oito, quantos você quiser, só sei que essa ilha será cheia de Sophiezinhas e Jamezinhos correndo um atrás do outro gritando "sorry, sorry seu Ogro estressante! "
Ela solta aquela gargalhada que eu amo ouvir, e me faz sorrir.
~James: Você pensa?
Ela começa a rir.
~Sophie: Deixa eu falar Ogro!
Me sento do seu lado.
~James: Então fale.
~Sophie: Eu estava pensando , sabe, imaginando- ela começa a corar- Como seria ter um filho seu, lindo, maravilhoso, metido irritante.
Eu me deito ao seu lado.
~James: Não quero nem imaginar como ele seria se fosse igual você.
Sophie: Ele não, eles.
Arregalei meus olhos.
~James: Eles? ! Quantos filhos você tem em mente?
~Sophie: Quatro!
~James: Quatro? ! Não acha que é demais? Imagina quantas mamadeiras precisaríamos?
Sophie se senta.
~Sophie: Okay, se você não quer me dar quatro filhos sairei por essa ilha procurando alguém que queira ter quatro filhos.
Eu a deito novamente.
~James: Podemos ter quatro, oito, quantos você quiser, só sei que essa ilha será cheia de Sophiezinhas e Jamezinhos correndo um atrás do outro gritando "sorry, sorry seu Ogro estressante! "
Ela solta aquela gargalhada que eu amo ouvir, e me faz sorrir.
SOPHIE:
James começa a fazer carinho em minha cabeça, então não demorou muito para eu pegar no sono.
Acordo novamente sozinha, com as emoções de ontem até esqueci de perguntar a James se conseguiu o emprego.
Tomo meu café e vou para varanda.
James está lá fora jogando bola com alguns meninos, alguns mais grandes e outros pequeninos.
Me derreti toda vendo aquela cena, ele com certeza seria um ótimo pai para meus quatro filhos, a lembrança de ontem a noite me faz rir sozinha.
Nunca fui de acreditar em contos de fadas, ou de finais felizes, nunca se quer pensei em um dia querer ser mãe! E lá estava eu, completamente apaixonada, sonhando com nosso final feliz e desejando construir uma família com James.
Agora eu acreditava que todos nós nascemos para sermos felizes com uma pessoa, mas não qualquer pessoa e sim a nossa alma gêmea, que o amor, ele existe só uma vez na vida, e que se algum dia você dizer que "amava" uma certa pessoa, é porque nunca amou de verdade, o amor nunca acaba, se você realmente ama uma pessoa, vai sempre amá-la, mesmo que esse amor te trazer algum tipo de sofrimento. E eu tinha a certeza de que James é sim o amor da minha vida, eu o amava tanto, ele me fez ser uma pessoa melhor, que mesmo cheio de defeitos ,foi me completando, me fez querer coisas que nunca se quer havia pensado,me fez ver que apenas juntos poderemos ser felizes.
Acordo novamente sozinha, com as emoções de ontem até esqueci de perguntar a James se conseguiu o emprego.
Tomo meu café e vou para varanda.
James está lá fora jogando bola com alguns meninos, alguns mais grandes e outros pequeninos.
Me derreti toda vendo aquela cena, ele com certeza seria um ótimo pai para meus quatro filhos, a lembrança de ontem a noite me faz rir sozinha.
Nunca fui de acreditar em contos de fadas, ou de finais felizes, nunca se quer pensei em um dia querer ser mãe! E lá estava eu, completamente apaixonada, sonhando com nosso final feliz e desejando construir uma família com James.
Agora eu acreditava que todos nós nascemos para sermos felizes com uma pessoa, mas não qualquer pessoa e sim a nossa alma gêmea, que o amor, ele existe só uma vez na vida, e que se algum dia você dizer que "amava" uma certa pessoa, é porque nunca amou de verdade, o amor nunca acaba, se você realmente ama uma pessoa, vai sempre amá-la, mesmo que esse amor te trazer algum tipo de sofrimento. E eu tinha a certeza de que James é sim o amor da minha vida, eu o amava tanto, ele me fez ser uma pessoa melhor, que mesmo cheio de defeitos ,foi me completando, me fez querer coisas que nunca se quer havia pensado,me fez ver que apenas juntos poderemos ser felizes.
(A- Sophie vai se juntar a James e as crianças)
(B- Ela vai ajudar algumas mulheres com os toques finais dos enfeites de natal)
(C- Vai chamar James)
(B- Ela vai ajudar algumas mulheres com os toques finais dos enfeites de natal)
(C- Vai chamar James)
a opção A venceu (obviamente kkkk)
JAMES:
Tiro a aliança que havia comprado e me ajoelho em sua frente.
~James:Eu não sei mais passar um dia se quer longe de você, eu a amo mais que tudo nessa vida, Sophie Louise, me daria a extraordinária honra de se casar comigo?
~James:Eu não sei mais passar um dia se quer longe de você, eu a amo mais que tudo nessa vida, Sophie Louise, me daria a extraordinária honra de se casar comigo?
SOPHIE :
Fico sem reação, era tanta felicidade dentro de mim que paralisei, começo a chorar e o faço levantar.
~Sophie: É claro que sim! Sim ! SIM! EU TE AMO, E NÃO HÁ NADA NESSE MUNDO QUE EU QUEIRA MAIS QUE VIVER PARA SEMPRE COM VOCÊ!
Ele coloca uma aliança dourada em meu dedo anelar direito, e depois me beijou, seus lábios delicados nos meus.
Ele me pega no colo, e me gira.
~James: Eu sou o homem mais feliz desse mundo! Eu te amo, sua insuportável, fresca .
~Sophie: Eu amo mil vezes mais seu ogro, grosso, estressante!
~James: Repete.
~Sophie: Repetir o que? Que você é estressante?
Ele sussurra em meu ouvido:
~James: Que você me ama, diga alto e em bom som.
~Sophie: EU TE AMOOO JAMES! AMOO MAIS QUE TUDO NESSA VIDA!
Quando olhamos ao nosso redor, percebemos que muitas pessoas nos olhavam, sorrindo, e começaram a bater palmas, provavelmente viram James me pedindo em casamento.
Sinto meu rosto corar.
A mulher que limpava nossa casa veio nos abraçar e nos dar parabéns, sei disso porque James foi traduzindo o que ela falava.
~Sophie: É claro que sim! Sim ! SIM! EU TE AMO, E NÃO HÁ NADA NESSE MUNDO QUE EU QUEIRA MAIS QUE VIVER PARA SEMPRE COM VOCÊ!
Ele coloca uma aliança dourada em meu dedo anelar direito, e depois me beijou, seus lábios delicados nos meus.
Ele me pega no colo, e me gira.
~James: Eu sou o homem mais feliz desse mundo! Eu te amo, sua insuportável, fresca .
~Sophie: Eu amo mil vezes mais seu ogro, grosso, estressante!
~James: Repete.
~Sophie: Repetir o que? Que você é estressante?
Ele sussurra em meu ouvido:
~James: Que você me ama, diga alto e em bom som.
~Sophie: EU TE AMOOO JAMES! AMOO MAIS QUE TUDO NESSA VIDA!
Quando olhamos ao nosso redor, percebemos que muitas pessoas nos olhavam, sorrindo, e começaram a bater palmas, provavelmente viram James me pedindo em casamento.
Sinto meu rosto corar.
A mulher que limpava nossa casa veio nos abraçar e nos dar parabéns, sei disso porque James foi traduzindo o que ela falava.
STEFAN :
Marquei de encontrar Zac em Chicago, na fazenda, já que Katherine e Luke ficaram em Los Angeles. Já que a polícia não faria nada, pois Sophie fugiu porque quis, eu mesmo resolveria isso.
~Zac: Até que enfim chegou, não tenho o dia todo.
~Stefan: Então me diga o que descobriu, já sabe onde estão?
~Zac: Não exatamente o lugar certo, mas o país para onde foram, coloquei o amiguinho de James na parede e ele abriu a boca.
Ele fez um ar de suspense.
~Stefan: Sem gracinhas, onde eles estão?
~Zac: O casal de pombinhos estão no Brasil.
~Zac: Até que enfim chegou, não tenho o dia todo.
~Stefan: Então me diga o que descobriu, já sabe onde estão?
~Zac: Não exatamente o lugar certo, mas o país para onde foram, coloquei o amiguinho de James na parede e ele abriu a boca.
Ele fez um ar de suspense.
~Stefan: Sem gracinhas, onde eles estão?
~Zac: O casal de pombinhos estão no Brasil.
(FIM DO CAPÍTULO 10)
A ganhou, então Sophie vai sim sair de casa kkk
Já que quase não presto atenção no que acontece ao meu redor quando estou com James, decido dar uma volta por aí.
O povo brasileiro era muito receptivo. Queria ver a decoração de Natal, estava maravilhosa, crianças brincavam e pulavam por todo canto, não me segurei ao clima natalino e de alguma forma tentei me comunicar com algumas mulheres e lhes ofereci minha ajuda.
O povo brasileiro era muito receptivo. Queria ver a decoração de Natal, estava maravilhosa, crianças brincavam e pulavam por todo canto, não me segurei ao clima natalino e de alguma forma tentei me comunicar com algumas mulheres e lhes ofereci minha ajuda.
JAMES :
Quando chego em casa a porta estava apenas encostada, subo correndo para o segundo andar. Sophie não está no quarto e nenhum outro cômodo, me desespero.
Saio correndo pra fora de casa.
~James: SOPHIE! -como acharia ela no meio de tanta gente?
Eu a procuro por todo lado sem resultado ou vestígios dela.
Quando desisto de procurá-la ouço sua gargalhada, era quase impossível não reconhecer, era um dos sons que eu mais gostava de ouvir.
Avisto ela com várias crianças, brincando com elas, pulando, dançando, mais feliz do que nunca.
Fico só a observando, era tão bom vê-la assim, Sophie seria uma ótima mãe, sorte a minha poder construir uma família com ela.
Cada vez que via Sophie, mais tinha a certeza que ela era a mulher da minha vida, mesmo sendo tão nova ainda. Ela podia ter só seus 17 anos, porém tinha uma maturidade inacreditável, ela sabia a hora certa de ser mulher e a hora certa de ser uma menina.
Ela me vê e vem correndo em minha direção.
~Sophie: James! -ela me abraça- Algumas horas sem você parecem uma eternidade!
Eu a Abraço forte.
~James: Queria entender essa felicidade toda cada vez que me vê.
Ela me solta e da um tapa em meu braço.
~Sophie:Bobinho, como se não soubesse que meu motivo de felicidade é você.
~James: Vamos pra casa, hoje o almoço é por minha conta.
Ela coloca as mãos pro céu teatralmente.
~Sophie: Sem lanches gordurosos!
Saio correndo pra fora de casa.
~James: SOPHIE! -como acharia ela no meio de tanta gente?
Eu a procuro por todo lado sem resultado ou vestígios dela.
Quando desisto de procurá-la ouço sua gargalhada, era quase impossível não reconhecer, era um dos sons que eu mais gostava de ouvir.
Avisto ela com várias crianças, brincando com elas, pulando, dançando, mais feliz do que nunca.
Fico só a observando, era tão bom vê-la assim, Sophie seria uma ótima mãe, sorte a minha poder construir uma família com ela.
Cada vez que via Sophie, mais tinha a certeza que ela era a mulher da minha vida, mesmo sendo tão nova ainda. Ela podia ter só seus 17 anos, porém tinha uma maturidade inacreditável, ela sabia a hora certa de ser mulher e a hora certa de ser uma menina.
Ela me vê e vem correndo em minha direção.
~Sophie: James! -ela me abraça- Algumas horas sem você parecem uma eternidade!
Eu a Abraço forte.
~James: Queria entender essa felicidade toda cada vez que me vê.
Ela me solta e da um tapa em meu braço.
~Sophie:Bobinho, como se não soubesse que meu motivo de felicidade é você.
~James: Vamos pra casa, hoje o almoço é por minha conta.
Ela coloca as mãos pro céu teatralmente.
~Sophie: Sem lanches gordurosos!
Almoçamos e depois passamos o dia inteiro na praia.
Sophie me fazia tão bem, já não conseguia mais imaginar minha vida sem ela. Acabo de tomar uma decisão sobre algo que venho pensado a algum tempo.
~James: Sophie ...
Ela olhava o pôr do sol encostada em uma árvore.
~Sophie: Sim ?
Sophie me fazia tão bem, já não conseguia mais imaginar minha vida sem ela. Acabo de tomar uma decisão sobre algo que venho pensado a algum tempo.
~James: Sophie ...
Ela olhava o pôr do sol encostada em uma árvore.
~Sophie: Sim ?
(A- TIRO A ALIANÇA QUE HAVIA COMPRADO, ME AJOELHO EM SUA FRENTE : ~JAMES :EU NÃO SEI PASSAR NEM UM DIA LONGE DE VOCÊ, EU A AMO MAIS QUE TUDO NESSA VIDA, ME DARIA A EXTRAORDINÁRIA HONRA DE SE CASAR COMIGO? )
(B- ACHO MELHOR DEIXAR QUIETO POR ENQUANTO, ELA VAI ME ACHAR UM LUNÁTICO. )
(B- ACHO MELHOR DEIXAR QUIETO POR ENQUANTO, ELA VAI ME ACHAR UM LUNÁTICO. )
E aaaaai ? *----*
James se deita na areia e eu deito em seu peito, ele começa a passar areia em meus braços.
~Sophie: Que legal, Sophie à milanesa.
Ele estava tão mais calmo, como se todos os nossos problemas haviam se acabo.
~James: So, -ele me chamou de So! - Promete que se você se arrepender de estar aqui vai me falar?
Olho para ele, sua expressão ainda era calma.
~Sophie: Não, não prometo porque isso não vai acontecer, eu estou feliz aqui com você, mais feliz do que jamais seria se tivéssemos ficado em Los Angeles.
Me levanto e giro no lugar.
~Sophie: Afinal de contas, aqui é o Brasil!
Ele fica me observando girar, até que fico tonta e caio sentada.
Sophie: AUTCH! ! - começo a rir- Essa doeu.
James solta uma gargalhada que mais é músicas para meu ouvido, ver ele assim feliz, me deixava ainda mais feliz.
Estava escurecendo, então fomos para casa.
Quando chegamos havia uma mulher lá, ela limpava a casa.
Ela começou a falar comigo e com James, mas obviamente só James entendia o que ela dizia, consegui repetir a última palavra que James disse a ela, "obrigado", porque sabia o significado.
Quando ela sai me viro para James.
~Sophie: O que ela falou exatamente?
~James: Que a casa está limpa, e que somos um lindo casal.
Sorri
Sophie: Concordo com ela.
Ele se aproxima e começa a me beijar, ele pára seus lábios em meu pescoço.
~James: Que tal inauguramos a cama?
Começo a tirar sua camisa.
~Sophie: Adorei a idéia.
Ele volta seus lábios aos meus e pegá-me no colo, nos conduzindo até o nosso quarto.
Chegando lá, o sento na cama e me sento em seu colo, tiro sua camisa, e ele rasga a minha, toda delicadeza da primeira vez ficando pra trás.
~Sophie:Gostava dessa camisa. -digo por entre seus lábios e ofegante.
Ele me deita na cama.
~James: Prefiro você sem ela.
~Sophie: Que legal, Sophie à milanesa.
Ele estava tão mais calmo, como se todos os nossos problemas haviam se acabo.
~James: So, -ele me chamou de So! - Promete que se você se arrepender de estar aqui vai me falar?
Olho para ele, sua expressão ainda era calma.
~Sophie: Não, não prometo porque isso não vai acontecer, eu estou feliz aqui com você, mais feliz do que jamais seria se tivéssemos ficado em Los Angeles.
Me levanto e giro no lugar.
~Sophie: Afinal de contas, aqui é o Brasil!
Ele fica me observando girar, até que fico tonta e caio sentada.
Sophie: AUTCH! ! - começo a rir- Essa doeu.
James solta uma gargalhada que mais é músicas para meu ouvido, ver ele assim feliz, me deixava ainda mais feliz.
Estava escurecendo, então fomos para casa.
Quando chegamos havia uma mulher lá, ela limpava a casa.
Ela começou a falar comigo e com James, mas obviamente só James entendia o que ela dizia, consegui repetir a última palavra que James disse a ela, "obrigado", porque sabia o significado.
Quando ela sai me viro para James.
~Sophie: O que ela falou exatamente?
~James: Que a casa está limpa, e que somos um lindo casal.
Sorri
Sophie: Concordo com ela.
Ele se aproxima e começa a me beijar, ele pára seus lábios em meu pescoço.
~James: Que tal inauguramos a cama?
Começo a tirar sua camisa.
~Sophie: Adorei a idéia.
Ele volta seus lábios aos meus e pegá-me no colo, nos conduzindo até o nosso quarto.
Chegando lá, o sento na cama e me sento em seu colo, tiro sua camisa, e ele rasga a minha, toda delicadeza da primeira vez ficando pra trás.
~Sophie:Gostava dessa camisa. -digo por entre seus lábios e ofegante.
Ele me deita na cama.
~James: Prefiro você sem ela.
(FICA A CRITÉRIO DE VOCÊS IMAGINAR AS CENAS SEGUINTES, não vou dar detalhes porque sempre tem aquele fdp pra denunciar a página)
★
NATALIE :
Já haviam se passado duas semanas desde que Sophie sumiu. Stefan, Katherine e Luke estavam aqui em casa desde seu desaparecimento, a polícia de toda Los Angeles estavam atrás dela.
Eu não dormia direito, não comia direito, só pensando onde minha filha estava.
Eu não dormia direito, não comia direito, só pensando onde minha filha estava.
~Stefan: Nada me tira da cabeça que seu filho tem culpa nessa história!
Stefan grita com Katherine quando novamente nos ligam dizendo que não à sinal dela.
Estava desesperada, queria minha filha, meu amor, minha razão de viver!
A polícia também estava atrás de James, pois por coincidência ou não, ele também sumiu.
A campainha toca, era o carteiro, ele me entregou uma carta, quase desmaio quando vejo quem à mandou.
Era de Sophie, o endereço era aqui de Los Angeles mesmo.
Stefan grita com Katherine quando novamente nos ligam dizendo que não à sinal dela.
Estava desesperada, queria minha filha, meu amor, minha razão de viver!
A polícia também estava atrás de James, pois por coincidência ou não, ele também sumiu.
A campainha toca, era o carteiro, ele me entregou uma carta, quase desmaio quando vejo quem à mandou.
Era de Sophie, o endereço era aqui de Los Angeles mesmo.
"Mãe, eu não sei ao certo quando receberá está carta, mas quero que saiba que eu estou bem, na verdade nunca estive tão feliz como estou, sim, estou com James, não há nada que vocês façam que acabará com meu amor por ele, então não tentem nada de imprudente. Eu amo você, beijos.
Sophie"
Sophie"
Ela estava viva! E estava bem, entreguei a carta para Stefan, quando ele termina de ler, se levanta do sofá e vai para porta.
~Natalie: Onde você vai?
~Stefan: Novas evidências para polícia.
~Natalie: Mas Sophie pede...
~Stefan: Eu não quero saber! Só quero ver esse infeliz atrás das grades, era onde eu deveria ter colocado.
~Natalie: Onde você vai?
~Stefan: Novas evidências para polícia.
~Natalie: Mas Sophie pede...
~Stefan: Eu não quero saber! Só quero ver esse infeliz atrás das grades, era onde eu deveria ter colocado.
SOPHIE :
Quando acordo olho para o lado e não vejo James, mas havia um pedaço de papel:
"Fui atrás de um emprego, logo estarei ao seu lado, te amo.
James"
O que eu ficaria fazendo?
"Fui atrás de um emprego, logo estarei ao seu lado, te amo.
James"
O que eu ficaria fazendo?
(A- ELA VAI PASSEAR)
(B- ELA VAI ATRÁS DE JAMES)
(C-ELA FICARÁ EM CASA O ESPERANDO)
(B- ELA VAI ATRÁS DE JAMES)
(C-ELA FICARÁ EM CASA O ESPERANDO)
E aaai?
Chegamos ao nosso destino,mesmo eu não sabendo realmente onde estou.
Saímos do avião, me assustei quando percebo que as pessoas não falam minha língua, eu não entendia nada do que falavam.
Pegamos nossas malas e as colocamos dentro de um tipo de carrinho,James me pega no colo e me senta em cima das malas.
Fico encostada em seu ombro enquanto ele guia o carrinho.
~James: Bem vinda ao Brasil -ele sussurra em meu ouvido.
Fico admirada, sempre ouvi falarem muito bem daqui,fico mais feliz ainda e tranquila por finalmente saber onde estou.
~Sophie: Onde estamos exatamente?
James está tão animado, seus olhos brilhavam.
~James: Pernambuco, mas não ficaremos aqui, apenas estamos de passagem. Nosso destino é Fernando de Noronha.
~Sophie: Fernando... o que?
~James: Fernando de Noronha, formado por 21 ilhas, ilhotas e rochedos de origem vulcânica, e se situa no Oceano Atlântico, distante 545 km a nordeste da capital pernambucana.
Fiquei olhando boquiaberta para ele.
~Sophie: Como sabe tanta coisa sobre esse lugar?
~James: Não é a primeira vez que venho aqui.
Isso explicava muita coisa.
~Sophie: E como nos comunicaremos com eles?
Ele sorri.
~James: Deixe comigo, eu falo quase fluentemente a língua portuguesa.
Assim que saímos de dentro do aeroporto, já começo a soar, estava muito quente! (BEM VINDA AO BRASIL MIL GRAUS SOPHIE KKKKKKK) Agora entendi o motivo de James ter pedido para eu trazer mais roupas frescas, e agradeço a cabeleireira por ter cortado curtinho meu cabelo.
Pegamos um táxi até algum lugar que eu não sabia onde era, já que James conversava com o motorista em português, ele ficava ainda mais perfeito falando com sotaque.
As paisagens por onde passa vamos eram perfeitas, creio que aqui devia ser quase natal, pois o lugar inteiro estava enfeitado com luzes, papais noeis,entre outros enfeites, mas onde estava a neve?
~Sophie: É época de natal, certo ?
~James:Certo.
~Sophie: E porque está calor? ! Onde está a neve? !
~James: Aqui nessa época não neva, por isso que é um país tropical.
Natal sem neve, seria difícil se acostumar com esse fato.
Chegamos a um tipo de porto onde só havia barcos quando já era noite, mesmo sem sol, ainda estava abafado e eu ainda soava.
James entra dentro de um barco, pega as malas e depois me ajuda.
~James: Agora falta pouco.
Olho para ele rindo.
~Sophie: Já chegamos?
Rimos em sintonia, me encosto em seu ombro enquanto ele dirige o barco.
Estava tão exausta que pego no sono.
Saímos do avião, me assustei quando percebo que as pessoas não falam minha língua, eu não entendia nada do que falavam.
Pegamos nossas malas e as colocamos dentro de um tipo de carrinho,James me pega no colo e me senta em cima das malas.
Fico encostada em seu ombro enquanto ele guia o carrinho.
~James: Bem vinda ao Brasil -ele sussurra em meu ouvido.
Fico admirada, sempre ouvi falarem muito bem daqui,fico mais feliz ainda e tranquila por finalmente saber onde estou.
~Sophie: Onde estamos exatamente?
James está tão animado, seus olhos brilhavam.
~James: Pernambuco, mas não ficaremos aqui, apenas estamos de passagem. Nosso destino é Fernando de Noronha.
~Sophie: Fernando... o que?
~James: Fernando de Noronha, formado por 21 ilhas, ilhotas e rochedos de origem vulcânica, e se situa no Oceano Atlântico, distante 545 km a nordeste da capital pernambucana.
Fiquei olhando boquiaberta para ele.
~Sophie: Como sabe tanta coisa sobre esse lugar?
~James: Não é a primeira vez que venho aqui.
Isso explicava muita coisa.
~Sophie: E como nos comunicaremos com eles?
Ele sorri.
~James: Deixe comigo, eu falo quase fluentemente a língua portuguesa.
Assim que saímos de dentro do aeroporto, já começo a soar, estava muito quente! (BEM VINDA AO BRASIL MIL GRAUS SOPHIE KKKKKKK) Agora entendi o motivo de James ter pedido para eu trazer mais roupas frescas, e agradeço a cabeleireira por ter cortado curtinho meu cabelo.
Pegamos um táxi até algum lugar que eu não sabia onde era, já que James conversava com o motorista em português, ele ficava ainda mais perfeito falando com sotaque.
As paisagens por onde passa vamos eram perfeitas, creio que aqui devia ser quase natal, pois o lugar inteiro estava enfeitado com luzes, papais noeis,entre outros enfeites, mas onde estava a neve?
~Sophie: É época de natal, certo ?
~James:Certo.
~Sophie: E porque está calor? ! Onde está a neve? !
~James: Aqui nessa época não neva, por isso que é um país tropical.
Natal sem neve, seria difícil se acostumar com esse fato.
Chegamos a um tipo de porto onde só havia barcos quando já era noite, mesmo sem sol, ainda estava abafado e eu ainda soava.
James entra dentro de um barco, pega as malas e depois me ajuda.
~James: Agora falta pouco.
Olho para ele rindo.
~Sophie: Já chegamos?
Rimos em sintonia, me encosto em seu ombro enquanto ele dirige o barco.
Estava tão exausta que pego no sono.
★
Sinto quando James me carrega no colo até algum lugar, porém estava cansada demais para abrir os olhos e volto a dormir.
Acordo com o sol batendo nas minhas costas, abro os olhos e vejo um enorme janelão de vidro que dá uma visão incrível para o mar. Estava toda pegajosa. Percebo que estou sozinha no quarto, então sem pensar duas vezes, corro para o banheiro que tinha ali para tomar um banho. Quando abro a porta, James tomava banho em uma banheira enorme.
Ele começou a rir.
~James: Parece que ainda não aprendeu a bater na porta.
Sinto meu rosto esquentar.
~Sophie: Desculpe, pensei que estava sozinha, e como estou toda soada....
Ele sorri maliciosamente.
~James: Tem espaço o suficiente para dois.
Era quase impossível recusar um convite desse.
~Sophie: Claro, porque não.
Tiro minhas roupas e entro na banheira.
Ele começou a rir.
~James: Parece que ainda não aprendeu a bater na porta.
Sinto meu rosto esquentar.
~Sophie: Desculpe, pensei que estava sozinha, e como estou toda soada....
Ele sorri maliciosamente.
~James: Tem espaço o suficiente para dois.
Era quase impossível recusar um convite desse.
~Sophie: Claro, porque não.
Tiro minhas roupas e entro na banheira.
Depois do café da manhã, James me mostrou todo o lugar, era incrivelmente maravilhoso.
Entramos no mar, era tudo tão azul.
Sentamos na areia. Eu estava com meu biquíni favorito, e James estava apenas de bermuda, ele não sabia como era irresistível quando ficava sem camisa e com o cabelo molhado.
Entramos no mar, era tudo tão azul.
Sentamos na areia. Eu estava com meu biquíni favorito, e James estava apenas de bermuda, ele não sabia como era irresistível quando ficava sem camisa e com o cabelo molhado.
~James: Esta gostando daqui?
Eu o Abraço.
~Sophie: Amando! Tudo se torna perfeito quando você está comigo.
James segura meu rosto com as duas mãos.
~James: Eu te amo tanto,Sophie, não há ninguém nesse mundo que te ame mais do que eu.
~Sophie: Eu amo muito mais.
Ele balança a cabeça.
~James: Não mais que eu.
Sinto seu coração acelerado, ele batia no mesmo ritmo que o meu.
Estávamos sozinhos ali, só existia eu,ele, o céu e o mar.
~James: Desculpe ter feito você escolher entre eu e seus pais.
~Sophie: Você não fez nada, eu vim porque quis, entenda que não à nada nesse mundo que eu queira mais do que você.
Eu o Abraço.
~Sophie: Amando! Tudo se torna perfeito quando você está comigo.
James segura meu rosto com as duas mãos.
~James: Eu te amo tanto,Sophie, não há ninguém nesse mundo que te ame mais do que eu.
~Sophie: Eu amo muito mais.
Ele balança a cabeça.
~James: Não mais que eu.
Sinto seu coração acelerado, ele batia no mesmo ritmo que o meu.
Estávamos sozinhos ali, só existia eu,ele, o céu e o mar.
~James: Desculpe ter feito você escolher entre eu e seus pais.
~Sophie: Você não fez nada, eu vim porque quis, entenda que não à nada nesse mundo que eu queira mais do que você.
(FIM DO CAPÍTULO 9)
James me deixa na frente da casa de Cara, ele havia me avisado para aos poucos eu fosse arrumando minhas coisas, que em breve nós partiremos.
Cara disse que minha mãe não ligou nenhuma vez ainda, mas depois de uns minutos ela liga dizendo que viria me buscar.
Cara disse que minha mãe não ligou nenhuma vez ainda, mas depois de uns minutos ela liga dizendo que viria me buscar.
★
Os dias se passaram, James fez eu ter uma briga teatral com ele, disse que seria bom acharem que ele não teria nada a ver com meu sumiço.
Tive que ficar quase duas semanas sem vê-lo, aos poucos arrumei minhas malas e as enfiava em baixo da cama . Não sabia para onde íamos, mas James fez passaportes e identidades falsas para sairmos do país.
Ele pegou toda sua parte da herança que seu pai deixou e vendeu seu carro.
Quando finalmente chegou o dia, estava radiante e ao mesmo tempo nervosa, sentiria falta de meus pais e meus amigos, mas não há nada que eu queira mais do que ficar com James.
Fui para a escola normalmente -ou o máximo que consegui parecer normal- meus amigos me conheciam muito bem, e sabiam que estava nervosa, para minha sorte no dia seguinte teríamos um provão, isso serviu como desculpa.
Quando saí da escola, disfarçadamente me despedia de meus amigos. A mesma coisa fiz quando cheguei em casa.
Subi para meu quarto, tomei meu banho e desci para almoçar com minha mãe e meu padrasto.
Em cada gesto, cada palavra anônima, eu dizia adeus para eles.
Minha mãe estava de folga, então sugeri para que fossemos ao shopping juntas.
Ela adorou a idéia, me fez um guarda roupa novo, porém todas essas roupas e até mesmo ela, eu deixaria para trás.
Chegamos em casa quando já havia escurecido.
~Sophie: Sabe o que sinto saudade? De quando você me colocava para dormir.
Ela sorriu e seus olhos encheram de lágrimas, os meus também.
~Mãe: Vamos ,eu faço isso minha princesinha.
Fomos até meu quarto e ela me pôs na cama, igualmente como fazia quando eu era criança.
Depois começou a cantarolar. Minha mãe não era contra aos meus sentimentos por James, mas ela nunca ficaria contra meu pai e meu padrasto. Por isso precisava partir.
Fingi que havia pego no sono, e aproveitei o restante de minutos que teria ao seu lado.
Quando finalmente minha mãe sai do meu quarto, espero ouvir seus passos até o quarto dela.
Ouço barulhos em minha janela, quando abro é James.
Jogo minhas malas, uma de cada vez para ele, ouço ele resmungando algo.
Quando termino, coloco 2 travesseiros em baixo de minhas cobertas e corro para janela. Me preparo para pular, James já está com os braços erguidos para me pegar, assim que pulo ele me segura com firmeza.
~James: Você podia ter feito uma só mala.
~Sophie: Eu teria feito se me dissesse para onde vamos.
~James: Negativo, só saberá quando chegarmos.
Tive que ficar quase duas semanas sem vê-lo, aos poucos arrumei minhas malas e as enfiava em baixo da cama . Não sabia para onde íamos, mas James fez passaportes e identidades falsas para sairmos do país.
Ele pegou toda sua parte da herança que seu pai deixou e vendeu seu carro.
Quando finalmente chegou o dia, estava radiante e ao mesmo tempo nervosa, sentiria falta de meus pais e meus amigos, mas não há nada que eu queira mais do que ficar com James.
Fui para a escola normalmente -ou o máximo que consegui parecer normal- meus amigos me conheciam muito bem, e sabiam que estava nervosa, para minha sorte no dia seguinte teríamos um provão, isso serviu como desculpa.
Quando saí da escola, disfarçadamente me despedia de meus amigos. A mesma coisa fiz quando cheguei em casa.
Subi para meu quarto, tomei meu banho e desci para almoçar com minha mãe e meu padrasto.
Em cada gesto, cada palavra anônima, eu dizia adeus para eles.
Minha mãe estava de folga, então sugeri para que fossemos ao shopping juntas.
Ela adorou a idéia, me fez um guarda roupa novo, porém todas essas roupas e até mesmo ela, eu deixaria para trás.
Chegamos em casa quando já havia escurecido.
~Sophie: Sabe o que sinto saudade? De quando você me colocava para dormir.
Ela sorriu e seus olhos encheram de lágrimas, os meus também.
~Mãe: Vamos ,eu faço isso minha princesinha.
Fomos até meu quarto e ela me pôs na cama, igualmente como fazia quando eu era criança.
Depois começou a cantarolar. Minha mãe não era contra aos meus sentimentos por James, mas ela nunca ficaria contra meu pai e meu padrasto. Por isso precisava partir.
Fingi que havia pego no sono, e aproveitei o restante de minutos que teria ao seu lado.
Quando finalmente minha mãe sai do meu quarto, espero ouvir seus passos até o quarto dela.
Ouço barulhos em minha janela, quando abro é James.
Jogo minhas malas, uma de cada vez para ele, ouço ele resmungando algo.
Quando termino, coloco 2 travesseiros em baixo de minhas cobertas e corro para janela. Me preparo para pular, James já está com os braços erguidos para me pegar, assim que pulo ele me segura com firmeza.
~James: Você podia ter feito uma só mala.
~Sophie: Eu teria feito se me dissesse para onde vamos.
~James: Negativo, só saberá quando chegarmos.
Seu amigo nos esperava no carro, ele nos levaria até o aeroporto.
~James: Antes de partimos você terá que fazer algo para não ser reconhecida.
Estava confusa.
~James: Vai ter que cortar seu cabelo.
~Sophie: Porque?
Ele me olhou sério, óbvio, quase metade de Los Angeles me conhece.
~James: Antes de partimos você terá que fazer algo para não ser reconhecida.
Estava confusa.
~James: Vai ter que cortar seu cabelo.
~Sophie: Porque?
Ele me olhou sério, óbvio, quase metade de Los Angeles me conhece.
Quase tive um tréco quando me vi no espelho, pedi para mulher do salão cortar até meus ombros, e ela detonou meu cabelo! Eu estava horrível, saio do salão chorando.
James parece preocupado.
~James: O que houve?
~Sophie: Olhe meu cabelo! Esta horrível!
Soluçava.
Ele me abraçou.
~James: Sophie, você é linda de qualquer maneira. E você está maravilhosa.
~Sophie: Você só diz isso para mim não chorar.
~James: Porque eu mentiria?
Ele seca minhas lágrimas com Beijos.
~James: Vamos, se não perderemos o vôo.
James parece preocupado.
~James: O que houve?
~Sophie: Olhe meu cabelo! Esta horrível!
Soluçava.
Ele me abraçou.
~James: Sophie, você é linda de qualquer maneira. E você está maravilhosa.
~Sophie: Você só diz isso para mim não chorar.
~James: Porque eu mentiria?
Ele seca minhas lágrimas com Beijos.
~James: Vamos, se não perderemos o vôo.
Quando chegamos ao aeroporto agradecemos seu amigo pela carona e fomos passar no detector de metais.
Depois esperamos pelo nosso vôo.
Depois esperamos pelo nosso vôo.
~Sophie: Las Vegas!? Londres? França?
James ria sem parar.
~James: Não chegou nem perto.
Deitei em seu ombro.
~Sophie: Me dê uma dica.
~James: É um país tropical.
~Sophie: Só conheço África de país tropical. Ou deserto!
James até chorava de tanto rir.
James ria sem parar.
~James: Não chegou nem perto.
Deitei em seu ombro.
~Sophie: Me dê uma dica.
~James: É um país tropical.
~Sophie: Só conheço África de país tropical. Ou deserto!
James até chorava de tanto rir.
(EXATAMENTE, ELES ESTAVAM VINDO PARA O BRASIL! )
A letra B foi a vencedora, sendo assim, terá cena especial. *-*
~Sophie: Claro! -espero ele olhar nos meus olhos- Qualquer lugar onde você esteja é onde devo estar.
Ele acaricia minha bochecha.
~James: Só o que te peço é 3 dias para organizar tudo -ele me deu um selinho- Não posso te prometer um mar de rosas, mas te prometo nunca faltar amor.
~Sophie: É só o que preciso.
Ele me beija, começa delicadamente, mas cada vez seus lábios procuravam os meus com mais ferocidade, ele me pega no colo sem cessar o beijo, e nos leva até a barraca, gentilmente ele me coloca em cima do saco de dormir, ele se afasta um pouco, ambos para recuperar o fôlego.
~James: Devíamos parar por aqui...
Seguro seu pescoço e olho em seus olhos que estavam exitados.
~Sophie: Mas eu quero. -digo sem fôlego.
Estava nervosa, mas o desejava por completo.
Ele parece indeciso, então aproveito e o puxo para cima de mim.
Novamente o beijo começa delicado, e aos poucos fica feroz novamente.
Delicadamente James passa de meus lábios para meu queixo, descendo até meu pescoço, ele passa as mãos levemente pelo meu quadril e tira minha blusa. Eu tento sem sucesso tirar sua camisa, mas minhas mãos tremiam demais, então ele mesmo à tirou. Passei a mão por toda a suas costas, e repeti o movimento em seu peito. Aos poucos parei de tremer, o nervosismo foi virando desejo.
Quando James percebe que paro de tremer ele beija meu pescoço e desce até meu umbigo, depois abre o fecho de meu shorts.
E ali tivemos um pedaço do nosso felizes para sempre.
Ele acaricia minha bochecha.
~James: Só o que te peço é 3 dias para organizar tudo -ele me deu um selinho- Não posso te prometer um mar de rosas, mas te prometo nunca faltar amor.
~Sophie: É só o que preciso.
Ele me beija, começa delicadamente, mas cada vez seus lábios procuravam os meus com mais ferocidade, ele me pega no colo sem cessar o beijo, e nos leva até a barraca, gentilmente ele me coloca em cima do saco de dormir, ele se afasta um pouco, ambos para recuperar o fôlego.
~James: Devíamos parar por aqui...
Seguro seu pescoço e olho em seus olhos que estavam exitados.
~Sophie: Mas eu quero. -digo sem fôlego.
Estava nervosa, mas o desejava por completo.
Ele parece indeciso, então aproveito e o puxo para cima de mim.
Novamente o beijo começa delicado, e aos poucos fica feroz novamente.
Delicadamente James passa de meus lábios para meu queixo, descendo até meu pescoço, ele passa as mãos levemente pelo meu quadril e tira minha blusa. Eu tento sem sucesso tirar sua camisa, mas minhas mãos tremiam demais, então ele mesmo à tirou. Passei a mão por toda a suas costas, e repeti o movimento em seu peito. Aos poucos parei de tremer, o nervosismo foi virando desejo.
Quando James percebe que paro de tremer ele beija meu pescoço e desce até meu umbigo, depois abre o fecho de meu shorts.
E ali tivemos um pedaço do nosso felizes para sempre.
★
Acordo com um arrepio, James passa delicadamente os dedos pela minhas costas. Ele estava só de cueca.
Sorrio.
~Sophie: Bom dia. -digo preguiçosamente.
Ele sorri e me dá um beijo na testa.
~James: Bom dia preguiçosa. -ele passa a mão pelos meus cabelos- Posso saber onde disse que iria para sua mãe?
~Sophie: Fique tranquilo, combinei tudo com minha amiga, se minha mãe ligar pra lá ela inventa alguma coisa.
Ele me olha sério.
~James: Não disse que estaria comigo?
~Sophie: Se eu contasse a verdade, ela não me deixaria sair de casa.
Ele se deitou sem olhar para mim.
Vesti a camisa de James e subi em cima dele.
~Sophie: Ficou bravinho?
~James: Não, só estou cansado de ter que esconder o que sinto por você.
Dei um beijo na ponta do nariz dele.
~Sophie: Logo não precisamos mais esconder isso de mais ninguém!
Ele me jogou no saco de dormir do lado e subiu em cima de mim, sustentando seu peso nos braços.
Ele beijou meu pescoço e sussurrou em meu ouvido:
~James: Depois disso vou berrar para o mundo inteiro que te amo.
Agarrei seu cabelo e o puxei para meus lábios.
Ele sai de cima de mim e se veste.
~James: Vamos, preciso te deixar na casa de sua amiga e começar a planejar nossa fuga.
Faço beicinho .
~Sophie: Não quero ir, vamos ficar mais um pouco.
Ele bagunça meu cabelo.
~James: Não, temos que ir. Você ficará tanto tempo ao meu lado que vai até se enjoar.
~Sophie: Como se fosse possível eu me enjoar de você.
Sorrio.
~Sophie: Bom dia. -digo preguiçosamente.
Ele sorri e me dá um beijo na testa.
~James: Bom dia preguiçosa. -ele passa a mão pelos meus cabelos- Posso saber onde disse que iria para sua mãe?
~Sophie: Fique tranquilo, combinei tudo com minha amiga, se minha mãe ligar pra lá ela inventa alguma coisa.
Ele me olha sério.
~James: Não disse que estaria comigo?
~Sophie: Se eu contasse a verdade, ela não me deixaria sair de casa.
Ele se deitou sem olhar para mim.
Vesti a camisa de James e subi em cima dele.
~Sophie: Ficou bravinho?
~James: Não, só estou cansado de ter que esconder o que sinto por você.
Dei um beijo na ponta do nariz dele.
~Sophie: Logo não precisamos mais esconder isso de mais ninguém!
Ele me jogou no saco de dormir do lado e subiu em cima de mim, sustentando seu peso nos braços.
Ele beijou meu pescoço e sussurrou em meu ouvido:
~James: Depois disso vou berrar para o mundo inteiro que te amo.
Agarrei seu cabelo e o puxei para meus lábios.
Ele sai de cima de mim e se veste.
~James: Vamos, preciso te deixar na casa de sua amiga e começar a planejar nossa fuga.
Faço beicinho .
~Sophie: Não quero ir, vamos ficar mais um pouco.
Ele bagunça meu cabelo.
~James: Não, temos que ir. Você ficará tanto tempo ao meu lado que vai até se enjoar.
~Sophie: Como se fosse possível eu me enjoar de você.
(FIM DO CAPÍTULO 8 )
OMG , SEJAME É VIDA !
Na aula como o de costume, quase não prestei atenção no que os professores falavam.
Quando acabou as aulas, a chuva já havia parado, e o dia estava lindo, nem havia vestígios que tinha chovido.
~Cara: So, vai conosco até o parque?
~Sophie: Claro, vocês vão agora?
~Emma: Sim,os meninos querem andar de skate.
Vou para pegar meu celular dentro da mochila quando percebo que ele não está ali.
~Sophie: Gente, podem ir na frente, esqueci meu celular na sala.
~Alef: Okay, vamos te esperar na frente do portão.
Corri até a sala de aula, para minha sorte meu celular ainda estava em minha mesa.
Saí da escola e parei na frente do portão, cadê eles?
Quando olho para o outro lado da rua vejo um Volvo prata parado, meu coração acelera, até que o vejo, ele estava sentado perfeitamente na frente do capo, estava com óculos escuros, uma regata branca, calças jeans e de barba feita. James estava mais lindo do que nunca.
~Cara: Sophie, vamos!
Cara balança meu ombro.
~Sophie: Não vou mais.
Tiro sua mão de meu ombro e corro na direção de James. Ele guarda os óculos e estende seus braços.
Pulo em seu pescoço.
~Sophie: James! - ele me abraça tão forte que mal consigo respirar.
Ele beija meu pescoço, cada lado de minhas bochechas, minha testa, meu queixo e finalmente para em meus lábios.
O beijo dura pouco tempo. Ele encosta sua testa na minha.
~James: Você não sabe como morri de saudades de você.
Um beijo em meu nariz.
~Sophie: Não tanto quanto eu senti.
Ele sorri, seu sorriso era tão lindo que me tirava o fôlego.
~Sophie: Como sabia onde me encontrar?
~James: Digamos que eu tenha pegado o número do telefone de sua casa, e falei com sua mãe.
Fiquei surpresa.
~Sophie: Quando falou com ela?
~James: Ontem.
Por isso que ela fez questão que eu viesse para escola.
~James: Vamos? Prometi a ela que te deixaria em casa.
~Sophie: Só falou com ela ontem mesmo?
Ele morde os lábios, isso me fez querer beijá-lo.
~James: Não, estava até pouco tempo em sua casa.
Passei a mão na testa.
~Sophie: Com certeza ela já queimou meu filme com minhas fotos de quando era bebê.
Ele suspira teatralmente.
~James: É, infelizmente ela já fez isso, e também me contou de seus antigos namorados.
Dei um tapa em seu braço.
~Sophie: Para! Isso é mentira, nunca namorei antes ....
Ops, eu nunca namorei e nem estava agora, eu acho.
James finge estar surpreso.
~James: Então quer dizer que sou seu primeiro?
James era tão perfeito que às vezes ficava pensando se era realmente real.
Entrei no carro sem o responder. Ele também entrou.
~James: Não me diga que antes de eu te beijar pela primeira vez você era bv?
Senti meu rosto esquentar.
~Sophie: Qual o problema? Eu era sim.
~James: Problema algum. Fico lisonjeado em ter sido eu o primeiro.
~Sophie: Você está é se achando.
Ele riu e deu a partida.
Eu estava tão feliz de ter ele aqui, que parecia que meu coração explodiria de tanta felicidade.
James fez questão que eu contasse tudo o que me aconteceu quando voltei para Los Angeles. Então fiquei tagarelando até chegarmos em minha casa.
~James: Pronto, esta entregue.
Fiquei olhando para ele.
~James: O que?
~Sophie: Não vai entrar?
Ele ficou sério.
~James: Sua mãe falou que não era uma boa idéia eu entrar quando seu padrasto estiver em casa.
Só podia ser por causa desse homem.
~Sophie: Depois me perguntam porque não gosto dele.
James se aproximou de mim.
~James: Ele prometeu a seu pai que não deixaria eu me aproximar de você se eu viesse para Los Angeles.
~Sophie: Que ótimo! Como se já não bastasse meu pai, agora Adam também vai se meter.
~James: Sophie, entenda que eles fazem isso pelo seu bem.
~Sophie: Meu bem? ! Meu bem esta em ficar ao seu lado.
Ele me deu um beijo.
~James: Agora vá, antes que ele me veja.
Não queria sair, e se eu não o visse mais?
Vendo que eu estava aflita ele suspira e diz:
~James: Vá sua estúpida, não vou sumir.
James sempre um amor.
Saio do carro e entro em casa.
★
Meus dias se tornaram tão melhores depois que James apareceu. Ele me buscava todos os dias na escola .
Meu padrasto descobriu que James estava na cidade, e me proibiu em vê-lo, porém sempre dávamos um jeito de nos ver. Hoje, eu esperaria Adam dormir, e passaria a noite com James.
Quando Adam pega no sono, eu saio de fininho pela porta dos fundos.
James já me esperava lá fora.
~James: Que demora!
~Sophie: Desculpe, tive que esperar Adam dormir. Para onde vamos?
Ele deu um sorriso malicioso.
~James: Quando chegarmos você verá.
Quando finalmente chegamos estávamos em um lugar onde nunca tinha visto antes. Era um lugar bonito, havia grama para todo lado juntamente com lindas flores.
James tira uma barraca de dentro do porta malas, dois sacos de dormir e comida.
Eu o ajudo armar a barraca. Hoje a noite estava fria, então ele acendeu uma fogueira.
Sentamos em frente a fogueira e ele me abraçou.
~James: Sabe, a algum tempo que ando pensando em algo.
Fiquei tensa.
~Sophie: N-no que exatamente?
~James: Calma, não vou obrigá-la a fazer o que não está preparada. Estava pensando em todos serem contra o nosso amor...
~Sophie: E ... ?
~James: E cheguei a conclusão que só tem um jeito de ficarmos juntos, livres.
James me dá um beijo, e faz nós ficarmos um de frente para o outro.
~James: Fuja comigo.
Fiquei surpresa.
~Sophie: C-como assim?
Ele afaga meu rosto.
~James: Sophie, a única chance que temos de ser felizes é fugindo, vamos deixar tudo para trás, viver só eu e você, sem ninguém dizer o que devemos ou não fazer. Fuja comigo.
(E A AGORA? ? *-----* VOCÊS É QUE ESCOLHEM A RESPOSTA DE SOPHIE)
(A- N-NÃO JAMES, NÃO PODEMOS FAZER ISSO. )
(B- CLARO ! QUALQUER LUGAR ONDE VOCÊ ESTEJA É ONDE DEVO ESTAR)
(C- VOCÊ ME PEGOU DE SURPRESA, ME DÊ UM TEMPO PARA EU PENSAR)
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- Meu nome é Ana Carolina,apelido : Cahrol,tenho 20 anos,amo ler e escrever.Sonho em ser escritora.
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